Africanos investem em cripto para garantir educação dos filhos

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EM RESUMO
  • A maioria dos investidores estão no Quênia, África do Sul e Nigéria.

  • Cerca de 48% dos entrevistados estão dispostos a investir seus salários em moedas virtuais.

  • Educação e bem estar familiar são prioridades.

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Uma pesquisa da Luno, uma empresa especializada em cripto com sede em Londres, descobriu que mais de 50,% da população africana entrevistada investe em criptomoedas. O motivo para isso, eles alegam, é garantir a educação dos filhos.

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O estudo ouviu quase 7.000 pessoas da Nigéria, África do Sul, Reino Unido, Austrália, Indonésia e Malásia, com o objetivo de entender os motivos que levaram os investidores aos ativos digitais. Nos três países africanos, os players entrevistados são financeiramente experientes e investem a longo prazo.

Cerca de 69% dos participantes ​​no Quênia, Nigéria e África do Sul disseram que o mais importante é garantir o bem-estar de suas famílias e a educação dos filhos. A pesquisa revelou que 48% deles estão dispostos a investir seus recursos em criptomoedas para pagar a educação de seus filhos e 43% pretendem aplicar suas fontes de rendimento para estabelecer um fundo e passar para seus netos e filhos.A

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inda de acordo com o estudo, apenas 3% não tem um plano ao tomar decisões de investimento. A maioria dos residentes dos três países são financeiramente experientes e investem em objetivos sensatos e de longo prazo.

O gerente geral da Luno para a África, Marius Reitz explica que:

“Nas últimas semanas, tem havido muita atenção na escala da revolução criptográfica da África e, embora seu potencial seja extremamente empolgante, é vital garantir que os consumidores estejam engajados com esta transição de forma segura e responsável. Esta pesquisa oferece um grande impulso de confiança de que isso está acontecendo – sempre nos concentramos em garantir a promoção de práticas seguras como uma troca por meio de nosso foco na autorregulação, e é encorajador ver os clientes replicando isso por meio de uma abordagem bem informada para investir”.

A esmagadora maioria – quase 80% dos investidores em criptomoedas – economiza regularmente, contra aproximadamente dois terços da população em geral (65%). A pesquisa também concluiu que uma grande proporção dos habitantes locais não tem conhecimento básico sobre criptomoedas, e é por isso que eles não considerariam investir nelas. Cerca de 55% dos nigerianos revelaram não entender nada sobre a classe de ativos, enquanto a porcentagem na África do Sul e no Quênia foi de 56% e 64%, respectivamente.

Países da África investem mais em cripto

A maioria dos participantes do Reino Unido, Indonésia, Austrália e Malásia compartilhou resultados um pouco diferentes dos africanos para entrar no espaço de ativos digitais do que os residentes africanos.

Na Austrália, 41% dos entrevistados admitiram que investem em criptomoedas para economizar e comprar uma propriedade. Para os ingleses, indonésios e malaios, engordar o valor do salário é a prioridade.

Os resultados também mostram que quase um terço dos investidores em moedas digitais têm até 10% de sua carteira em ativos digitais. Já 12% têm entre 11% a 20% e 10% alocaram entre 21% a 30% de sua riqueza em bitcoins ou altcoins.

Além disso, a pesquisa revelou que os detentores de cripto são muito mais propensos a deter outros tipos de ativos financeiros do que a população em geral. Por exemplo, 4% dos participantes quenianos disseram que possuem ativos digitais e ouro, enquanto essa métrica saltou para 39% e 63%, respectivamente, na Malásia e na Indonésia.

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Apaixonada pelo que faz, Aline Fernandes é uma profissional que atua há 20 anos como jornalista. Especializada nas editorias de economia, agronegócio e internacional trabalha na BeINCrypto como editora do site brasileiro. Já passou por quase todas as redações e emissoras do país, incluindo canais setorizados como Globo News, Bloomberg News, Canal Rural e Rádio Estadão/ESPM. Atuou também como correspondente internacional em Nova York e foi setorista de economia dentro do pregão da BM&F Bovespa, hoje B3 - incluindo a cobertura do último pregão viva voz no Brasil. Coordenou um grupo de dez correspondentes em três continentes para decidir as pautas mais relevantes do dia para o telespectador. Já participou de treinamentos e cursos no exterior, passou em zonas de guerra na Cisjordânia, Faixa de Gaza, fronteiras da Síria, Líbano, além da Jordânia e Egito. Atualmente estuda Mídias e Marketing Digital na pós-graduação da ESPM. Acredita no trabalho com ética, excelência, profissionalismo e no bom jornalismo. O futuro é o que estamos realizando agora.

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