Alta do bitcoin, impulso do XRP e chegada do Pix dominam assuntos no Brasil

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EM RESUMO
  • Bitcoin sobe e impulsiona buscas por carteiras e mineração no Brasil

  • Segundo analistas, a XRP pode se beneficiar em breve de um eventual boom de altcoins

  • Pix é elogiado por especialista, que afirma que sistema é melhor do que o chinês

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A alta do bitcoin na última semana foi o principal assunto na criptoesfera brasileira. Além disso, a XRP voltou a chamar atenção após ensaiar novo rompimento de resistência. Enquanto isso, o Banco Central lançou o Pix para todos.



Um dos assuntos mais quentes foi a projeção do Citibank para o bitcoin dentro de um ano. Brasileiros também têm procurado novas opções de carteiras de bitcoin, indicando que o ritmo de adoção no país pode estar mesmo aumentando.



Como pano de fundo está o preço recorde da criptomoeda no país. Enquanto é negociada próxima da máxima em dólares, o BTC já atinge mais de R$ 100 mil em exchanges nacionais.

Confira, nas linhas a seguir, os temas que mais se destacaram na terceira semana de novembro.

Bitcoin acima de R$ 1,5 milhão?

O Citibank surpreendeu o mercado na semana passada após fazer uma projeção otimista para o preço do bitcoin. Segundo um analistas do banco, a criptomoeda segue os passos do ouro e caminha para uma subida acima de US$ 300 mil até o fim de 2021. Na conversão, portanto, significaria que o BTC poderia atingir R$ 1,5 milhão. Apesar de ter causado um frenesi entre entusiastas, o histórico do analista indica que é preciso ter cautela nesse caso.

Melhores carteiras de bitcoin

Brasileiros vêm mostrando interesse nas melhores carteiras de bitcoin. A busca é uma pista de que, com a subida da moeda, mais pessoas têm entrado no mundo das criptomoedas. De acordo com a firma de análise Glassnode, recentemente houve o pico de criação de endereços de bitcoin em uma hora desde janeiro de 2018. O movimento parece ser animador, mas é preciso ter em mente de que é preciso escolher uma carteira segura para guardar seus bitcoins.

Mineração de bitcoin na nuvem

A mineração na nuvem também voltou a ser destaque na semana. Esse tipo de mineração costuma ser buscado como alternativa por quem não está interessado em investir em um equipamento próprio. Por outro lado, apesar de haver muitas opções no mercado, é preciso ter cuidado. Não são poucos os esquemas no Brasil e no mundo que utilizam contratos de mineração suspeitos que, na verdade, podem se tratar de golpe. O melhor caminho é optar por empresas reconhecidas, incluindo algumas exchanges que oferecem o serviço como adicional.

Ripple se move e analistas projetam 200% de alta para XRP

Não foi só o bitcoin que se destacou nos últimos dias. Analistas já apontam os primeiros sinais de uma possível temporada de altcoins e a XRP pode ser uma das beneficiadas. A moeda da Ripple vem falhando em superar uma importante resistência há meses, mas enfim parece estar dando sinais de avanço. Traders apontam que indicadores levam a crer que a criptomoeda pode iniciar um rali que a levaria a uma valorização de 200%.

 

Previsão antiga de analista sobre XRP ressurge na web

Na esteira da projeção recente dos traders, uma antiga previsão de outro analista voltou a ganhar tração. No entanto, a postagem de Twitter recuperada serviu apenas para mostrar que ele estava equivocado. Em março de 2019, um trader conhecido como @Thebabyaceman disse que a XRP subiria para US$ 0,43 naquele ano e atingiria US$ 11 em 2020. O preço, portanto, está muito longe dos cerca de US$ 0,30 atuais. A projeção para os próximos anos, no entanto, é ainda mais absurda.

Token brasileiro quer ajudar a acabar com as mudanças climáticas

O mercado de carbono é o foco da Moss, um token brasileiro que visa contribuir no combate às mudanças climáticas. A ideia por trás do projeto é utilizar o ativo na blockchain para facilitar o comércio de créditos de carbono, defendidos por especialistas como alternativa viável para reduzir emissões no mundo. Segundo o criador do token, o Brasil seria uma espécie de “Arábia Saudita do carbono”, em referência à relevância global dos sauditas no mercado do petróleo. O Moss, dessa forma, poderia atrair R$ 245 bilhões ao Brasil em poucos anos.

Pix é melhor do que modelo Chinês e pode virar identidade digital

O Pix foi outro assunto importante da semana após o lançamento no dia 16. Na ocasião, o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central foi elogiado pelo especialista em regulação de tecnologia Ronaldo Lemos. Para o advogado considerado o “pai” do Marco Civil da Internet brasileira, o Pix supera o modelo chinês de pagamentos digitais. Ele explica que o sistema poderá, inclusive, no futuro, ser usado como plataforma para identidade digital.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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