América Latina já dispensa o Bitcoin em um terço dos trades de criptomoedas

Compartilhar Artigo
EM RESUMO
  • Bitcoin é usado apenas em 63% das negociações na região

  • 11% são stablecoins e 26% são outras altcoins

  • Países do leste asiático apresentam a maior diversificação do mundo

  • promo

    Estamos compartilhando informação no nosso grupo de Telegram , siga-nos! E obtenha sinais de trading e análise de criptomoedas diariamente!

The Trust Project é um consórcio internacional de veículos de notícias que criam padrões de transparência.

O Bitcoin é a principal criptomoeda do mundo, mas sua dominância no mercado varia de região para região. Na América Latina, por exemplo, uma parcela significa nas negociações são realizadas usando outros ativos.



Eles incluem tanto altcoins como Ethereum (ETH) e Ripple (XRP), quanto stablecoins como o Tether (USDT), lastreada em dólar. Em países latino-americanos, esses ativos respondem por mais de um terço (37%) de todos os trades.

Dessas, 26% respondem por altcoins e 11% por stablecoins. Dessa maneira, ao contrário do que muitos podem pensar, apenas 67% equivalem a negociações com Bitcoin.



Os dados são da empresa de análise de dados Chainalysis referentes ao período de julho de 2019 a julho de 2020. Em um levantamento divulgado na última quinta-feira, a firma aponta que o Bitcoin ocupa uma fatia maior das transações nos EUA e Canadá, com 72%.

O BTC também é mais dominante na África (69%) e na Europa Ocidental (66%). Por outro lado, há quatro regiões nas quais o Bitcoin é menos importante do que na América Latina.

A lista traz, na sequência, Leste Europeu (57%), Oriente Médio (54%) e Sudeste e Centro da Ásia (53%). Por fim, o Leste da Ásia é onde se concentram os países com negociações mais diversificadas de criptomoedas.

Segundo a Chainalysis, apenas 51% são feitas com Bitcoin, e outras 33% usam altcoins variadas. Essa é também a região onde as stablecoins dominam, com 16% do mercado.

Participe da nossa Comunidade de Trading no Telegram para acessar sinais exclusivos de negociação, conteúdo educacional, discussões e análises de projetos!

Ásia lidera em diversidade de criptomoedas

O mesmo relatório aponta liderança dos EUA e Canadá em investimento profissional em criptomoedas. Os dados mostram que a América do Norte têm mais investidores institucionais e profissionais que tendem a comprar e acumular criptomoedas.

Por outro lado, os asiáticos lideram no quesito volume de trades. Nos países do Leste da Ásia Oriental, os investidores tendem a negociar com maior frequência, portanto há menos baleias.

Na maior parte do tempo, os trades na Ásia chegam a ser o dobro do que entre norte-americanos. A exceção ficou apenas por conta do período de novembro a dezembro de 2019.

Isenção de responsabilidade

Todas as informações contidas em nosso site são publicadas de boa fé e apenas para fins de informação geral. Qualquer ação que o leitor tome com base nas informações contidas em nosso site é por sua própria conta e risco.
Share Article

Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

SEGUIR O AUTOR

Sinais grátis de compra e venda de criptos, análises do Bitcoin e chat com traders. Entre já no nosso Telegram!

Vamos lá

Sinais grátis de compra e venda de criptos, análises do Bitcoin e chat com traders. Entre já no nosso Telegram!

Vamos lá