Apple, Amazon, Google e Facebook na mira do Congresso dos EUA

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EM RESUMO
  • Quatro gigantes da tecnologia estão sob a mira do Congresso dos EUA

  • Motivo é o modelo de negócios destas empresas, bem como a tentativa de dizimar a concorrência

  • Facebook pode sofrer graves sanções, caso se entenda que a compra do Instagram e do Whatsapp foi indevida

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As quatro principais empresas de tecnologia do planeta estão na mira do Congresso dos EUA. Elas passaram por uma sabatina, na última quarta-feira. Preocupação acerca da segurança e da privacidade dos usuários foi uma das questões. “Monopólio deve acabar”, disse o líder da sabatina.



Os presidentes das quatro principais empresas de tecnologia do mundo foram questionados pelo Comitê Antitruste da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, na última quarta-feira. Assim, os empresários tiveram que dar explicações acerca do seu modelo de negócios aos políticos norte-americanos.

No entanto, a sessão realizada pelo Comitê pode trazer consequências sérias às empresas, principalmente àquela dirigida por Mark Zuckerberg. Por isso, é importante entender o que está em jogo.



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Gigantes da tecnologia estão na mira do Congresso Americano

Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon), Sundar Pichai (Google) e Tim Cook (Apple). Esses são os nomes dos empresários que foram quesitonados pelo Comitê Antitruste, na última quarta-feira.

Assim, durante a sessão, eles foram questionados sobre diversos assuntos: monopólio, concorrência desleal e uso indevido de dados de clientes e outras empresas.

Porém, quem enfrentou o maior debate foi Zuckerberg, do Facebook. A empresa foi acusada de se utilizar de dados obtidos de outras empresas para copiar os seus produtos. Além disso, o Facebook também foi acusado de tentativa de monopólio, ao comprar o Instagram e o Facebook.

Estado de Vigilância?

Durante a sessão, assuntos de cunho econômico foram mais debatidos. No entanto, a utilização de dados dos usuários no modelo de negócio dessas empresas também esteve em pauta.

Vale ressaltar que, atualmente, o tema da privacidade online está no foco das atenções das empresas e dos consumidores. Dessa maneira, é interessante que as grandes empresas de tecnologia comecem a ser questionadas sobre as suas políticas internas, a fim de desenvolver práticas que preservem a privacidade dos usuários.

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Nicolas se formou em Direito pela Universidade Federal do Paraná e é pós-graduado em Gestão de Negócios Internacionais. Atualmente, cursa Jornalismo na FAPCOM. Escreve sobre economia, política e história há alguns anos. Em 2017, após entrar em contato com a tecnologia blockchain, se entusiasmou com o seu potencial e passou a estudar as aplicações da tecnologia aos diversos setores da economia. Seu foco está em discutir as melhores maneiras de alavancar o desenvolvimento nacional através do uso do blockchain e das criptomoedas.

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