Atlas Quantum se Desespera e Diz que Empresa de Bitcoin em Paraíso Fiscal não Faz Parte do Grupo

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EM RESUMO
  • Contradição marca mais um processo envolvendo o negócio conhecido por sua arbitragem com a criptomoeda.

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O Atlas Quantum alega que uma empresa de Bitcoin com sede em paraíso fiscal não faz parte da companhia. Em uma atitude desesperadora, a plataforma tenta se esquivar da obrigação de pagar um cliente com dívidas que procurou a justiça. Como resposta, o Atlas Quantum disse que apenas custodia a compra e venda de Bitcoin.



A apresentação divergente do Atlas Quantum mostra que a plataforma de arbitragem apenas é uma intermediadora dos negócios. No entanto, a “desculpa” não foi aceita pela justiça, que não acatou o agravo de instrumento apresentado pela empresa processada.

Atlas Quantum tenta não pagar dívida de cliente

Em busca de postergar mais uma dívida com um cliente da plataforma, o Atlas Quantum diz que não possui associação com uma empresa do mesmo nome, registrada em um paraíso fiscal.



A resposta é apresentada pela companhia como forma de evitar o pagamento de uma dívida com um investidor em mais de uma unidade de Bitcoin (BTC).

Os autos do processo trazem uma justificativa da empresa para o não cumprimento de um saque de Bitcoin em atraso. Para a organização, ela não é responsável pelos atrasos que acontecem a quatro meses.

“Inconformado, agrava o réu alegando, em síntese, que atua como mero intermediador na compra de criptomoedas, inexistindo falha na prestação dos serviços nesse ponto. Aduz que o autor realizou contrato com uma terceira empresa, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, o qual tinha como escopo a custódia e investimentos dos bitcoins.”

Bitcoin em atraso e a tentativa de “fuga” da justiça

A tentativa de “fugir” da justiça não foi aceita neste processo judicial em questão. Assim sendo, o Atlas Quantum não pode ser dissociado do negócio que leva o mesmo nome e que foi registrado nas Ilhas Virgens Britânicas.

É sabido entre os investidores da plataforma de arbitragem em Bitcoin que o Atlas Quantum registrou sua sede naquele paraíso fiscal. Se não bastasse, em alguns casos a própria empresa apresenta o endereço longo do Brasil como impeditivo para que seja processada. Ou seja, o Atlas Quantum está caindo em contradição.

Enquanto isso, em momentos distintos o Atlas Quantum já tentou demonstrar o contrário. Com a possível sede nas Ilhas Virgens, o esquema não poderia ser processado pela justiça brasileira por ser uma suposta empresa estrangeira.

Pelo agravo de instrumento apresentado, a companhia esperava a retirada de seu nome como pólo passivo da ação. Contudo, não foi assim que a justiça entendeu a associação do Atlas Quantum com a empresa com suposta sede nas Ilhas Virgens Britânicas.

Para a justiça, o Atlas Quantum responde pelo não pagamento de Bitcoin ao cliente. Por mais que o negócio ateste fazer apenas a custódia da compra e venda da criptomoeda, o Atlas Quantum possui responsabilidades perante o caso.

Segundo o processo, o Atlas Quantum possui até cinco dias para pagar o cliente lesado pelo esquema. O prazo é o mesmo que a plataforma recebeu antes de apresentar o agravo de instrumento que foi indeferido.

Dessa forma, caberá ao negócio o pagamento de pouco mais de uma unidade de Bitcoin (BTC) ao cliente em questão. Para este caso específico ficou determinado também uma multa de 50% em relação a dívida de Bitcoin.

O que você acha da alegação do Atlas Quantum sobre sua responsabilidade com dívidas de Bitcoin? Comente sobre a notícia e compartilhe no Facebook.

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Lucas é formado em administração com foco em empresas. Iniciou sua carreira como analista de investimentos para bancos focados no segmento. Após adquirir experiência, em 2015 fundou sua própria startup, focada em gerar tecnologias de segurança para transações financeiras. Concomitantemente, desenvolve seu trabalho e conhecimento financeiro atuando no BeInCrypto, através de análises do setor financeiro de criptomoedas e novas avaliações de novas tecnologias Blockchain pelo mundo.

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