Banco brasileiro quer rastrear usuários de criptomoedas no sistema financeiro

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EM RESUMO
  • Banco Topázio quer ajuda da Chainalysis para facilitar monitoramento de transações

  • Solução deverá ser oferecida a outros bancos brasileiros

  • Banco é um dos parceiros da Ripple no Brasil

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The Trust Project é um consórcio internacional de veículos de notícias que criam padrões de transparência.

A Chainalysis, empresa especializada em análise de blockchain, anunciou nesta segunda-feira (22) uma parceria com o banco brasileiro para desenvolver soluções que facilitem o rastreamento de usuários de criptomoedas.



Trata-se do Banco Topázio, banco digital que oferece linhas de crédito, câmbio e investimento para pessoas físicas. No ramo B2B, a instituição trabalha com APIs bancárias para fintechs como o aplicativo de trade de criptomoedas Monnos. Além disso, é uma das parceiras da Ripple, que vem intensificando sua atuação no Brasil.

O banco irá utilizar a solução Chainalysis Reactor, que, entre outros recursos, permite identificar rapidamente transações suspeitas e facilitar a identificação das pessoas envolvidas. A ideia é criar um sistema à prova de lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros.



A Chainalysis, vale lembrar, oferece análises, soluções e técnicas para conter crimes com criptomoedas. Segundo o banco, a proposta é se antecipar à regulação das criptomoedas no mercado financeiro brasileiro. Dessa maneira, a empresa teria a chance de liderar o crescimento do setor no país.

Segundo Raíssa Sanguinetti, analista de câmbio do Banco Topázio, a tecnologia da Chainalysis ajuda a explorar mais facilmente a blockchain.

O Chainalysis Reactor nos ajuda a validar a atividade de nossos clientes através do monitoramento e análise de suas transações, todas registradas publicamente na blockchain.

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Rastreamento de criptomoedas

O Chainalysis Reactor promete conectar transações de criptomoedas a entidades do mundo real, como bancos e corretoras. Com o sistema em funcionamento, seria, em tese, mais fácil identificar crimes. Práticas que configurem, por exemplo, fraude, extorsão e lavagem de dinheiro na blockchain ficariam mais difíceis.

O Banco Topázio deverá integrar o rastreamento aos seus sistemas e oferecer a bancos tradicionais e fintechs. O serviço ajudaria a popularizar o uso de blockchain, por exemplo, para operações de câmbio, depósitos e retiradas.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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