Bilionário do Shark Tank conta como fatura com farming em DeFi

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EM RESUMO
  • Mark Cuban explicou como funciona o processo de yield farming e de provisão de liquidez (LP) em projetos DeFi.

  • O empresário se diz satisfeito com a porcentagem de retorno de seus investimentos.

  • Para ele, empresas deste setor irão revolucionar a sociedade nos próximos 10 a 20 anos.

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Mark Cuban, investidor bilionário e apresentador do programa Shark Tank, abordou em seu blog oficial como ele consegue rendimentos através de projetos de finanças descentralizadas (DeFi), em especial com yield farming.

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Conforme descrito no post, a ideia de Cuban é de apresentar de forma simples e direta como funciona o processo de yield farming e de provisão de liquidez (LP), “características centrais da maioria dos projetos DeFi”.

Benefícios ao ser um Provedor de Liquidez  

Usando como exemplo os tokens Dave & Busters, Cuban destaca que a maioria dos ativos só podem ser usados em suas próprias plataformas. Um dos benefícios das finanças descentralizadas seria o de possibilitar aos seus detentores a troca de um token pelo outro, sendo possível que isso ocorra até mesmo em exchanges descentralizadas (DEX).

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O investidor destaca que essa modalidade de exchange tem se popularizado, movimentando cada vez mais capital, e que para se manter como negócio, é cobrado taxas sempre que o detentor de um ativo o troca por outro. No entanto, é nas condições necessárias para que haja a troca que ele afirma que está a parte “brilhante” de todo o ecossistema.

Fazendo um paralelo com o setor financeiro tradicional, Cuban afirma que as exchanges DeFi são muito melhores por que essas plataformas não precisam investir um grande capital para cobrir esse tipo de operação, podendo utilizar ativos de usuários que desejam realizar yield farming.

“ O que torna o funcionamento de uma exchange DeFi muito melhor do que um negócio financeiro centralizado tradicional deste e de QUALQUER tipo é que, em vez dos proprietários do negócio, investidores e seus credores colocarem capital para todas as transações a serem realizadas, os Provedores de Liquidez (LPs) fazem isso por eles.”

Ele segue seu raciocinio, compartilhando os seus ganhos recentes sendo um provedor de liquidez no protocolo DeFi QuickSwap:

“Eu sou um pequeno provedor de liquidez da QuickSwap. Eu forneço 2 tokens diferentes (DAI/TITAN) que permitem à QuikSwap oferecer swaps entre esses dois tokens. Com base em 0,25 por cento do volume neste swap que a Quickswap paga, o retorno sobre meu investimento inicial de US$ 75.000 (com base apenas nas taxas), enquanto escrevo, é um retorno anualizado de cerca de 206% (com base nas taxas ganhas nas últimas 24 horas).”

O processo é o mesmo visto em diversos outros projetos DeFi, incluindo os brasileiros ZCore Finance e BitBlocks Finance.

O empresário se diz satisfeito com a sua porcentagem de retorno, e diz que irá manter o capital investido enquanto a volatilidade do mercado não criar perdas nas taxas. Ele ainda ressalta que é possível retirar o montante a qualquer momento, apesar de algumas plataformas cobrarem taxas ou multas por isso.

Por fim, ele ainda relata que todo o processo de LPs acaba tornando as exchanges descentralizadas muito mais eficientes em relação as tradicionais, gerando além de tudo mais atratividade para seus usuários.  

O grande potencial do setor DeFi

Ainda em seu post, Cuban prevê que daqui 10 a 20 anos, grandes empresas que estarão trazendo transformação em nossa sociedade serão construídas com base em DeFi e em outras organizações envoltas do universo cripto.

Um diferencial seria que empresas deste setor não precisariam focar tanto na arrecadação de grandes quantias de dinheiro para poder financiar suas operações.

Ele ainda se aprofunda em maiores detalhes de outros dois projetos de finanças descentralizadas que ele investiu recentemente, a Polygon (MATIC) e Aave (AAVE).

No entanto, ele destaca que nem todo projeto DeFi irá ter êxito, mas ele afirma que “no quesito empresas cripto vs. empresas tradicionais e centralizadas, no fim das contas, estou do lado das cripto em todas as vezes”.

Por fim, ele alerta que se órgãos governamentais continuarem a “atrapalhar a inovação”, todo o potencial visto no mundo DeFi poderá ser desperdiçado.

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Anderson atua como redator para o BeInCrypto, escrevendo sobre as principais notícias sobre o criptomercado e economia em geral. Antes de entrar para a equipe brasileira do site, ele participou de projetos relacionados a trading, produção de notícias e conteúdos educacionais relacionados a criptomoedas. Formando em Administração, está cursando pós graduação em Investimentos e Blockchain pela EA Banking School.

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