Bilionário Winklevoss diz que bitcoin “está uma pechincha” e quer trazer Gemini ao Brasil

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EM RESUMO
  • Bilionários investidores iniciais do Facebook falaram em evento na última terça-feira

  • Donos da exchange Gemini, eles dizem querer vir para o Brasil

  • Dupla vê bitcoin como “pechincha” dado o potencial de crescimento

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A exchange de criptoativos Gemini pode estar próxima de desembarcar no mercado brasileiro. Segundo Cameron Winklevoss, ele e seu irmão Tyler acreditam que o bitcoin está “uma pechincha” e já estão de olho no Brasil.



A Gemini é uma exchange americana que ficou famosa pelo foco na usabilidade e por oferecer apenas compra e venda de bitcoin (BTC) e ethereum (ETH). Em contrapartida, a corretora não cobra taxas para saques.



Por enquanto, a empresa atua apenas nos EUA e está disponível somente em inglês. No entanto, isso pode mudar em breve. Em evento da Exame na última terça-feira (17), Cameron Winklevoss garante que existe a intenção de trazer o serviço para o Brasil.

Ele comentou a possibilidade ao falar sobre o amadurecimento do mercado de cripto e o crescimento da corretora fundada em 2014 e licenciada como exchange de ether desde 2016.

A Gemini cresceu de cerca de 100 pessoas para 350 funcionários. Nós agora temos escritórios em Londres, em Singapura, nós queremos entrar no mercado brasileiro. Fizemos um imenso trabalho para melhorar nosso produto e nosso alcance.

Bitcoin “está uma pechincha”, dizem bilionários Winklevoss

Além de falar sobre a Gemini, os bilionários Winklevoss falaram sobre o atual rali do bitcoin. A criptomoeda já passa de 50% de valorização no mês.
Segundo os investidores, no entanto, esse é só o começo.

Para eles, o bitcoin mira o valor de mercado do ouro, avaliado em US$ 9 trilhões. Para isso, o preço terá que, obrigatoriamente, subir muito além do patamar atual. Desse modo, Cameron considera que o BTC ainda custa “uma pechincha”.

A capitalização de mercado do bitcoin é de cerca de 320 bilhões ou 330 bilhões [de dólares] e o ouro está pelo menos em 9 trilhões, então pensamos que o bitcoin supera o ouro e para fazer isso tem que subir pelo menos 40 ou 45 vezes em relação ao preço de hoje. Pode parecer que o bitcoin a 17 mil dólares é caro, mas, na verdade, pensamos que é uma pechincha.

Criptomoeda tem mesmo papel do ouro, dizem investidores

Tyler Winklevoss, por outro lado, pontuou que as características do bitcoin levam a crer que a criptomoeda está mais próxima do ouro do que de uma moeda fiduciária.

Segundo ele, ninguém reclama da falta de utilidade do ouro no dia a dia, porque o metal precioso é utilizado normalmente como investimento de proteção.

Ele realmente fica em cofres, é uma reserva de valor, é uma proteção contra as inflação da moeda do governo, a impressão de dinheiro, a má gestão de uma moeda do governo. Esse é o papel do ouro.

A ideia, portanto, é que o bitcoin tome esse papel aos poucos, porque oferece vantagens extras.

 

Logo vimos que que o bitcoin não estava sendo usado [como moeda], era volátil. Então você se depara com o padrão do ouro. As pessoas chamam [o bitcoin] de moeda digital ou criptomoeda, mas, na verdade, ele pode ser usado como moeda assim como o ouro pode ser usado como moeda.

Desde a fala da dupla, o seguiu subindo e ultrapassou a marca de US$ 18.000. Às 8h, a criptomoeda era cotada a US$ 18.225, segundo o Coingecko.

No Brasil, o BTC já custa, em média, mais de R$ 97.000, de acordo com o Cointrader Monitor. Para os gêmeos Winklevoss, o bitcoin caminha para atingir meio milhão de dólares nos próximos anos.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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