Bitcoin acumulado vai a recorde de R$ 434 bilhões logo antes de ‘explosão’ em opções

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EM RESUMO
  • Quantidade de Bitcoin acumulado ou perdido chega a novo recorde de 3 anos

  • Investidores seguram o equivalente a R$ 434 bilhões em BTC

  • Movimento ocorre pouco antes do vencimento de R$ 11 bilhões em opções

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Investidores dispostos a guardar Bitcoin para vender mais tarde se multiplicam às vésperas do vencimento de bilhões de dólares em contratos futuros. O movimento também acontece quando o preço do ativo volta a se aproximar de US$ 10 mil.



O volume de Bitcoin mantido em espera ou perdido acaba de atingir recorde de três anos. Segundo o monitor Glassnode, já chega a 7,4 milhões o BTC com essas características.

Os exatos 7,460,674.947 BTC equivalem a US$ 77,3 bilhões, ou R$ 434 bilhões. É o maior montante desde 2017, ano marcado pelo rali que levou à máxima histórica da moeda.



O indicador visa dar uma estimativa de Bitcoin imóvel. O número é obtido por uma relação entra uma taxa de atividade (Liveliness) e o total de oferta circulante.

A ideia é projetar uma possível quantidade de criptomoedas em HODL, ou seja, nas mãos de investidores de longo prazo. Além disso, o indicador também se refere a BTC potencialmente perdido para sempre.

O número vem crescendo forte desde fevereiro de 2019. No entanto, só ultrapassou o recorde de 2018 no começo de 2020. Agora, a quantidade de Bitcoin parado já passa o registrado há três anos.

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Sexta-feira “explosiva” com R$ 11 bilhões em opções de Bitcoin

O recorde de Bitcoin imóvel ou perdido é registrado na véspera do vencimento de uma grande quantidade de contratos de opções. Esse tipo de contrato dá direito a comprar ou vender um ativo a um determinado preço pré-acordado.

Segundo o monitor Skew, vencem na sexta-feira (25) 88 mil contratos de BTC. Os valores combinados já ultrapassam os US$ 2 bilhões, ou cerca de R$ 11 bilhões. As opções são geridas pelas exchanges OKEx, Huobi, LedgerX, CME e Deribit, a maior do mundo nessa modalidade.

O total de contratos de opções de Bitcoin em aberto recuperando brevemente o máximo histórico antes do vencimento explosivo de 88 mil em opções na sexta-feira.

No entanto, apesar do volume, esse tipo de negociação não costuma reverberar no preço. Os recentes picos de contratos em aberto, assim como no fechamento, tiveram pouco efeito no mercado.

Dessa maneira, investidores têm poucas motivações para negociar seus ativos agora. Daí o possível aumento no indicador de acumulação.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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