Bitcoin bate nova máxima histórica de US$ 60 mil em semana de alta no mercado cripto

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EM RESUMO
  • O bitcoin consolidou as altas da semana ao superar o seu recorde de preço anterior.

  • Nesta manhã de sábado, o bitcoin alcançou uma nova máxima histórica de US$ 60.445.

  • O bom desempenho se repetiu no restante do mercado e a Chiliz (CHZ), por exemplo, valorizou 683% só nesta semana.

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Nesta semana, o mercado das criptomoedas voltou a subir depois de duas semanas seguidas de correção e finalmente o bitcoin superou o recorde anterior.



Nesta manhã de sábado (13) o bitcoin comprovou que as altas da semana foram fortes o suficiente para levá-lo a um novo recorde de preço. 

Ao valorizar 5.82% nas últimas 24 horas, o bitcoin conseguiu alcançar uma nova máxima histórica de US$ US$ 60.445, conforme dados do CoinGecko. O valor substitui o recorde anterior de US$ 38.330, visto na última semana de fevereiro. 



No decorrer desta semana, o bitcoin lutou contra a volatilidade para manter seus ganhos acima dos US$ 37 mil. Dessa forma, o novo recorde desta manhã de sábado é o ápice de um movimento de alta que o BTC veio mostrando nos últimos dias.

Finalmente, a criptomoeda voltou a se estabilizar no topo e acumula uma valorização semanal de 22%.

Altcoins decolam e Chiliz valoriza 683% na semana

Como era de se esperar, o restante do mercado reagiu de forma positiva ao bom humor do bitcoin. Ethereum (ETH), por exemplo, voltou a valer mais de US$ 1.800 e a Binance Coin (BNB) cresceu 16% na semana.

Os maiores ganhos, no entanto, estão em criptomoedas mais novas, cujos projetos inovadores animam a comunidade.

Uma delas é a Chiliz (CHZ). A criptomoeda focada no setor dos esportes, valorizou 683% só nesta semana. Só nas últimas 24 horas, ela cresceu 75% ao bater uma máxima histórica de US$ 0.89.

Além disso, criptomoedas como THETA, LUNA e SUSHI também decolaram nesta semana. Vale a pena ficar de olho nas 10 criptomoedas mais promissoras para 2021.

Binance pode estar sendo investigada nos EUA

Binance, a exchange de criptomoedas de maior volume do mundo, supostamente está sendo investigada pelos reguladores norte-americanos da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).

De acordo com a Bloomberg, o motivo central da investigação seria o fato de que residentes dos Estados Unidos estariam negociando cripto-derivativos na plataforma. Tal prática, seria uma violação às leis do país.

A investigação surgiu de uma denúncia anônima. A Binance, no entanto, não foi oficialmente acusada de qualquer irregularidade até o momento. 

Além disso, a Binance também enfrenta problemas no Brasil. A associação ABCripto pediu aos reguladores que investigassem as atividades da plataforma aqui no país.

Famoso trader brasileiro vende todo bitcoin e depois se arrepende

O analista técnico e trader brasileiro Fausto Botelho, vendeu todos os seus bitcoins no início da semana com a justificativa de que um possível novo crash da bolsa americana faria o preço da criptomoeda desabar no curto prazo.

Mesmo com 40 anos de experiência no mercado financeiro, ele mostra que não dá para acertar toda hora. Cinco dias depois, Botelho admitiu estar arrependido da venda depois que bitcoin subiu ao invés de cair, como acreditava inicialmente.

O trader não informa o valor exato em que comprou seus bitcoins no início, mas admite que foi por menos de US$ 11 mil. Apesar de continuar seguro que suas motivações fazem sentido, ele afirma que pode ter errado no timing. Agora, ela pretende voltar a comprar BTC.

Tecnologia blockchain avança no Brasil

A tecnologia blockchain está sendo adotada para solucionar projetos de diferentes setores. Na medicina, foi lançada no início da semana uma plataforma blockchain para que pacientes possam ser atendidos direto de suas casas através da telemedicina. 

De acordo com o projeto, o objetivo é que pacientes continuem recebendo tratamento de forma segura neste período de pandemia que lota os hospitais brasileiros.

No início da semana, também aconteceu o lançamento da plataforma ‘Posso Provar’ que ajuda mulheres vítimas de violência doméstica a recolher provas digitais. A tecnologia blockchain entra para garantir a validade jurídica das evidências.

Conforme mostrou o BeInCrypto, os tribunais brasileiros já aceitam o blockchain como tecnologia capaz de garantir a veracidade das provas apresentadas.

A mudança estaria ocorrendo porque aumentou a quantidade de ações relacionadas a criptomoedas. Aliás, só no último mês os tribunais movimentaram 294 ações envolvendo criptoativos.

Mineração em nuvem

Com o mercado cripto em alta, a opção mais viável para aqueles que querem começar a minerar criptomoedas são os serviços de mineração em nuvem. Neste setor, qualquer pessoa pode minerar bitcoin sem precisar ter um hardware potente.

Profissão cripto

Por fim, nesta semana o BeInCrypto publicou duas novas entrevistas da série Profissão Cripto.

Um dos entrevistados é Carlos Russo, CFO da Transfero Swiss, que contou como foi liderar o desenvolvimento da BRZ, uma stablecoin pareada com o real.

Já em seguida está a Bruna Grybogi, ex-diretora de marketing da BitPreço e recém-contratada da Binance, fala sobre marketing digital no mercado das criptomoedas.

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Saori Honorato é jornalista e para o BeInCrypto escreve sobre os principais acontecimentos do universo das criptomoedas.

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