Bitcoin de graça: cashback em BTC irá atrair novos usuários para cripto, diz fintech Alter

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EM RESUMO
  • Cashback promete Bitcoin de graça por compras no cartão.

  • Programa oferecerá até 1 % de dinheiro de volta em forma de BTC.

  • Fintech anunciou novidade junto com mudança de nome.

  • promo

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Brasileiros poderão, em breve, obter Bitcoin de graça graças a um programa de cashback de um banco digital.



A fintech Alter, antigo Alterbank, anunciou nesta semana o Criptoback, primeiro programa de cashback em Bitcoin do Brasil. Gratuito e com adesão automática, ele estará disponível para detentores do cartão e da conta digital da empresa.

Ao BeInCrypto, Vinicius Frias, CEO do Alter, explica que a iniciativa tem o potencial de virar uma porta de entrada para brasileiros no mundo das criptomoedas. O Bitcoin rompeu o patamar histórico de US$ 20.000 nesta quarta-feira (16) e virou um dos assuntos mais comentados no Twitter.



O criptoback tem um potencial muito legal de ser o primeiro contato do usuário com Bitcoin. Muitas pessoas fora desse meio perguntam “mas preciso minerar? como adquiro?” e desistem nesse processo.

Vinicius Frias, CEO do Alter

Até 1% de cashback em Bitcoin

O programa oferecerá, inicialmente, cashback cripto equivalente a 0,5% a 1% das compras feitas com o cartão Altercard VISA físico ou virtual. Após recebidas as frações de BTC correspondentes a cada compra, o cliente terá, então, a liberdade de gastá-las como quiser.

Além disso, como o Bitcoin recebido não tem data de validade como acontece com pontos ou milhas de programas de fidelidade tradicionais, o cliente pode inclusive guardar e esperar por uma maior valorização.

Ao efetuar suas compras mensais com um cartão, receber BTC e ver o ativo se valorizando, a possibilidade dela se interessar pelo mundo cripto aumenta muito – que é exatamente o que está acontecendo com essa subida de preço do BTC.

O Alter irá disponibilizar o cashback em Bitcoin primeiramente para os mais de 700 clientes que participaram do Equity Crowdfunding promovido pela empresa em setembro.

A promessa, no entanto, é de expandir o programa o público em geral durante o primeiro trimestre de 2021, com a inclusão gradual de todos os clientes. Interessados já podem se registrar para ficar sabendo quando a novidade for liberada.

Marca sub judice e mudança de nome: Alterbank virou Alter

Alterbank agora é apenas Alter após disputa por marca

Junto com o anúncio do cashback em Bitcoin, a fintech revelou seu novo nome: o Alterbank virou apenas Alter. A mudança ocorre na esteira de um processo de registro de marca em curso no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

A autarquia negou o registro do nome Alterbank pela similaridade com uma marca já usada por outro banco digital. A fintech então recorreu e mantinha o nome sub judice. Até que, recentemente, a Justiça do Rio de Janeiro determinou que o Alterbank fosse renomeado sob pena de multa.

A fintech cripto explica em nota à imprensa que a reformulação da marca já estava nos planos. O site e o aplicativo da empresa já aparecem repaginados desde a última terça-feira (15).

O Alterbank está encurtando o seu nome, buscando se aproximar ainda mais de seus clientes e mantendo o seu comprometimento com a comunidade cripto. Para isso, foi feito um trabalho de naming que começou a algum tempo, chegando a um nome único que cristalizasse tudo o que nós acreditamos e trabalhamos para fazer acontecer. O Alter significa ressaltar nosso DNA ágil em crescer e inovar a todo momento.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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