Bitcoin ou ouro? Novo fundo da Hashdex mescla as duas reservas de valor

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EM RESUMO
  • Fundo aloca investimentos em ouro e Bitcoin.

  • Percentual de Bitcoin depende da volatilidade do ativo.

  • Trata-se do sexto fundo da Hashdex no Brasil.

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Sexto fundo de criptomoedas da Hashdex no Brasil pode aumentar exposição ao Bitcoin se tese de reserva de valor se confirmar.

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A Hashdex tem um novo fundo de investimentos que mescla as reservas de valor do passado e do futuro. A gestora anunciou na noite da última quinta-feira (14) o Hashdex Ouro Bitcoin Risk Parity FIC FIM, que tem exposição em ouro e Bitcoin.

O sexto fundo de investimentos da Hashdex no Brasil tem como público-alvo o investidor que fica em dúvida entre os dois ativos na hora de gerir o portfólio pessoal. Não se trata, no entanto, do primeiro, já que a Vitreo também oferece um fundo que mescla Bitcoin e ouro.

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Fundo aloca ouro e Bitcoin segundo paridade de risco

Ouro e Bitcoin são comumente alvos de comparação por servirem como reserva de valor, mas encontram espaço entre públicos diferentes. Os mais experientes preferem o ouro, enquanto os mais jovens costumam adotar o Bitcoin com maior facilidade.

Em nota à imprensa, João Marco Cunha, gestor de portfólio da Hashdex, explica que o novo fundo também visa atender à demanda por proteção contra políticas expansionistas de bancos centrais.

Melhor do que decidir entre um ativo ou outro é juntá-los. Essa combinação é extremamente oportuna em um cenário macroeconômico no qual os bancos centrais das principais economias desenvolvidas promoveram uma enorme emissão de moedas, o que gerou temor de inflação futura em grande parte dos investidores.

O fundo aloca ouro e Bitcoin segundo o critério da paridade de risco. A gestão, dessa maneira, busca trazer metade do risco da exposição ao ouro e a outra metade do bitcoin. Segundo a Hashdex, dados históricos apontam para uma alocação entre 15 e 35% em Bitcoin. O restante, portanto, ficaria em ouro.

O critério de paridade de risco ganhou notoriedade após ser usada pela Bridgewater. Trata-se do maior fundo de hedge do mundo, com mais US$ 130 bilhões sob gestão, fundado pelo Ray Dalio, um forte crítico do Bitcoin.

Exposição ao Bitcoin pode aumentar se tese da reserva de valor se confirmar

A gestora defende que o novo fundo pode ser uma alternativa segura para apostar na tese de reserva de valor do Bitcoin. Se o criptoativo evoluir a ponto de tomar parte do mercado do ouro, o preço tende a reduzir volatilidade e, assim, compor uma parcela maior do investimento.

Marcelo Sampaio, CEO da gestora, explica que, dessa forma, ouro e Bitcoin poderiam ter exposição equilibrada com o passar do tempo.

O Hashdex Ouro Bitcoin Risk Parity FIC FIM é uma alternativa para quem busca a comunhão entre a segurança de uma reserva de valor estabelecida com o potencial de crescimento de uma entrante que já conquistou muitos adeptos.

O Hashdex Ouro Bitcoin Risk Parity FIC FIM tem aplicação mínima de R$ 1 mil e taxa de administração máxima de 1,8%. Além disso, a gestora cobra taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI + 12,5. O novo fundo, assim como o Voyager, o mais rentável de 2020 entre os fundos cripto, está disponível apenas para investidores qualificados.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Sou editor-chefe do BeInCrypto Brazil desde abril de 2021.

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