Bitcoin ou Ripple? Saiba Qual é a Criptomoeda Mais Popular em Crimes na Internet

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EM RESUMO
  • Estudo revela que atividades ilícitas envolvendo as criptomoedas já movimentaram mais de R$ 5 bilhões.

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O Bitcoin (BTC) é utilizado duas vezes mais que o Ripple (XRP) em crimes envolvendo a internet. Segundo uma pesquisa recente, o Ripple (XRP) movimentou US$ 400 milhões em transações ilícitas. Enquanto isso, o Bitcoin (BTC) é suspeito de movimentar mais que o dobro deste valor.



Criptomoedas são utilizadas em atividades criminosas envolvendo crimes na internet. Podem ser através da lavagem de dinheiro ou a venda de drogas pela dark web, por exemplo. Alguns crimes cibernéticos envolvem até o pagamento de criptomoedas como o Bitcoin (BTC) e o Ripple (XRP).

Bitcoin ganha do XRP em atividades relacionadas a crimes

Um relatório da Elliptic revela que o Ripple (XRP) já movimentou mais de R$ 1,6 bilhão em atividades suspeitas. De acordo com o estudo este é o valor de todas as transações envolvendo a altcoin em atividades consideradas criminosas.



Embora seja alto, o índice relacionado ao Ripple (XRP) ainda é bem menor que as movimentações do Bitcoin (BTC). Neste sentido, as transações envolvendo o (BTC) em atos ilícitos pode chegar a quase R$ 3,5 bilhões.

A diferença entre as duas criptomoedas continua sendo expressiva se for comparado o volume das transações com o total de ativos disponíveis até então. Assim sendo, o Ripple (XRP) aparece no estudo com 0,2% de transações dentre o total de toda a movimentação da altcoin no mercado.

Por outro lado, o Bitcoin (BTC) também registra um valor mais alto que o Ripple (XRP) em números proporcionais. Nesse caso, transações criminosas envolvendo o (BTC) equivalem a 0,5% de toda a oferta disponível no mercado da criptomoeda.

Os dados revelam que o Bitcoin (BTC) continua sendo a criptomoeda mais usada em crimes envolvendo a internet. Contudo, vale lembrar que o Ripple (XRP) deve ser a segunda na lista entre as moedas digitais mais utilizadas em atividades ilícitas.

Criptomoeda é usada para a lavagem de dinheiro

Somente em 2019 a movimentação de Bitcoin na dark web já corresponde a US$ 829 milhões. O valor deverá continuar aumentando até o final do ano.

O estudo demonstra informações sobre crimes que utilizam criptomoedas como forma de pagamento. Além de lavagem de dinheiro, atividades ilícitas na dark web podem oferecer a venda ilegal de drogas, por exemplo.

Essas atividades foram monitoradas por duas pesquisas que trazem dados sobre o Bitcoin (BTC) e o Ripple (XRP). Sendo que as duas criptomoedas são as mais populares no pagamento por movimentações suspeitas pela internet.

Juntos, o (BTC) e o (XRP) já movimentaram mais de R$ 5 bilhões em transações criminosas na web.

Lavagem de dinheiro com Bitcoin preocupa Brasil

Transações criminosas envolvendo criptomoedas preocupa deputados federais no Brasil. Os parlamentares estão se organizando em busca de discutir sobre a lavagem de dinheiro através do Bitcoin.

Nesta quinta-feira (21) estava marcado para acontecer uma audiência pública sobre ativos digitais em Brasília – DF. Porém, a Comissão de Finanças e Tributação decidiu adiar o encontro, que ainda não tem data prevista para acontecer.

O deputado federal Glaustin Fokus (PSC – GO) sugeriu a reunião sobre os “Riscos da Adoção de Criptomoedas no Brasil”. O parlamentar citou os crimes de lavagem de dinheiro envolvendo criptomoedas, que no mundo movimentaram mais de R$ 3,5 bilhões apenas em Bitcoin.

Além disso, uma outra comissão discute sobre a regulação das criptomoedas. Deputados e especialistas se reúnem semanalmente para os trabalhos da comissão que quer regular o Bitcoin no Brasil.

Você já ouviu falar de crimes cometidos na internet que utilizavam criptomoedas como o Ripple (XRP) e o Bitcoin (BTC)? Comente sobre a notícia e não se esqueça de compartilhar no Facebook.

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Com formação em ciências e redação, Alice começou a escrever profissionalmente há 7 anos. Desde então, ela tem aprendido, investido e escrito sobre criptomoedas e tecnologia blockchain para algumas das maiores publicações do setor. Atualmente, compõe a equipe de jornalistas Brasil da BeInCrypto.

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