Bitcoin, Ouro e Prata sobem enquanto liquidez excessiva assusta o mercado

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EM RESUMO
  • Preço do Bitcoin, do Ouro e da Prata continua subindo em julho

  • Injeção de liquidez pelos Bancos Centrais é o principal motivo da valorização

  • Moedas fiduciárias perdem cada vez mais valor, com a política atual dos Bancos Centrais

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Bitcoin, Ouro e Prata sobem de preço, sem previsão de queda. Principal motivo é o excesso de liquidez no mercado, fruto dos vários pacotes de recuperação econômica sendo aplicados pelos governos nacionais.



Os três ativos mais falados do momento são, sem dúvidas, o Bitcoin, o Ouro e a Prata. A tríade está fazendo sucesso entre os investidores, temerosos com os efeitos econômicos da injeção de liquidez excessiva no mercado.

Assim, é importante entender, de forma mais aprofundada, o que está empurrando o preço desses ativos para o topo.



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Bitcoin, Ouro e Prata sobem, sem previsão de parar

No gráfico acima, é possível observar o comportamento do preço da onça de Ouro, nos últimos 30 dias. Dessa forma, atualmente, o preço do Ouro está em U$ 1.971,60 (R$ 10.221,41), com grandes chances de alcançar os U$ 2.000,00 (R$ 10,371,80). No ano, o Ouro já valorizou aproximadamente 29%.

A onça da Prata, por sua vez, está ainda numa crescente ainda maior: em 2020, valorizou 35,20%. Assim, o preço da Prata está em U$ 24,10 (R$ 124,85).

Finalmente, o Bitcoin (BTC) valorizou aproximadamente 56%, desde o começo do ano. Atualmente, um BTC está valendo U$ 11.204,74 (R$ 58.028,80)

Porém, o que está motivando o aumento no preço desses ativos?

Injeção de liquidez na economia é a principal razão

A atuação dos Bancos Centrais, durante a pandemia, é a grande “culpada” pela valorização dos ativos em tela. Isso porque, com a injeção de trilhões de Dólares nas economias nacionais, eles estão desvalorizando as moedas fiduciárias.

Durante o mês de junho, o FED (Banco Central dos EUA) imprimiu mais dinheiro do que entre os anos de 1976 a 1979. Dessa maneira, os investidores estão apostando as suas fichas em ativos seguros, durante essa época de incerteza sanitária e econômica.

 

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Nicolas se formou em Direito pela Universidade Federal do Paraná e é pós-graduado em Gestão de Negócios Internacionais. Atualmente, cursa Jornalismo na FAPCOM. Escreve sobre economia, política e história há alguns anos. Em 2017, após entrar em contato com a tecnologia blockchain, se entusiasmou com o seu potencial e passou a estudar as aplicações da tecnologia aos diversos setores da economia. Seu foco está em discutir as melhores maneiras de alavancar o desenvolvimento nacional através do uso do blockchain e das criptomoedas.

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