Bitcoin recua e negociação de BTC no Brasil bate recorde em fevereiro – Resumo do dia 02/03

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EM RESUMO
  • Resumo do dia do BeInCrypto mostra o que virou destaque no mercado cripto nesta terça-feira (2).

  • Bitcoin falha em superar os US$ 50 mil e fecha o dia em queda de 2,35%.

  • Em fevereiro, as exchanges brasileiras registram um volume quase 9 vezes maior que mesmo período de 2020.

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O bitcoin falha na tentativa de ultrapassar o marco de US$ 50 mil, mas se mantém estável por volta dos US$ 47 mil ao longo desta terça-feira.



Enquanto isso, o restante das criptomoedas do mercado desgrudam um pouco do bitcoin e voltam a reagir de maneira independente, tanto para cima quanto para baixo.

Em meio a essa recuperação do bitcoin, as negociações de criptomoedas no Brasil explodiram no mês de fevereiro, ultrapassando em quase 9x o volume do mesmo período em 2020.



Veja agora o que virou destaque no mercado das criptomoedas nesta terça-feira, 2 de março.

Bitcoin se mantém estável abaixo de US$ 50 mil

O bitcoin entrou nesta terça-feira dando indícios de que poderia voltar a subir depois de alcançar a máxima do dia de US$ 49.645. 

O seu desempenho do restante do dia, no entanto, afastou essa previsão à medida que o preço do BTC caiu mais de US$ 2 mil em menos de duas horas. Agora, o bitcoin fecha o dia em queda de 2,35%, cotado a US$ 47.343.

De acordo com a análise técnica publicada todas as manhãs no BeInCrypto, embora uma queda de curto prazo possa ocorrer, a tendência é que o bitcoin continue subindo em direção à faixa de US$ 50.650 e US$ 52.450.

No restante do Top 10 das maiores criptomoedas do mercado, outros ativos acompanham o bitcoin e registram pequenas quedas. Entre eles está o Ethereum (-3%), Binance Coin (-6,6%), Cardano (-7%), XRP (-1,4%) e Stellar (-2,3%).

Por outro lado, a Polkadot (+1,5%), Litecoin (+1), Chainlink (+5%) e Bitcoin Cash (+4%) conseguiram segurar seus preços e fecham o dia com quedas valorizações.

Negociações de bitcoin disparam no Brasil em fevereiro 

O trade de bitcoin registrou números inéditos para o mês de fevereiro no Brasil. De acordo com dados do Cointrader Monitor, o volume visto do mês passado nas exchanges brasileiras, chega a ser quase nove vezes maior do que os números do mesmo período de 2020.

Dessa forma, os brasileiros negociaram em fevereiro cerca de R$ 9,2 bilhões, um volume 849,82% maior do que o registrado em fevereiro do ano passado.

Além disso, o dólar em alta frente a nossa moeda nacional influencia numa porcentagem dessa magnitude. Nesta tarde de terça-feira (2), o dólar bateu a cotação máxima do dia de R$ 5,73, valores que não eram vistos desde novembro do ano passado.

Exchange quer listar ETF de Bitcoin na bolsa dos EUA

A exchange de derivativos Cboe Global Markets entregou à SEC um pedido de listagem de um ETF de bitcoin na bolsa americana

O pedido é para o fundo de bitcoin da VanEck, um produto que a SEC já havia analisado e negado no passado. As autoridades norte-americanas ainda se mostram resistentes em aprovar um ETF de bitcoin no país, rejeitando todas as propostas já feitas anteriormente.

A exchange está esperançosa que desta vez a SEC dê um sinal verde. A aprovação dos ETFs de bitcoin no Canadá no mês passado e a mudança da administração da SEC neste ano, podem ter uma influência positiva para que os reguladores finalmente autorizem um ETF cripto no país. 

Investidores processam MoneyGram por envolvimento com Ripple

A empresa de remessas internacionais MoneyGram está sendo processada por seus investidores por supostamente ter mentido sobre sua dependência da Ripple.

Quando a Ripple foi processada pela SEC no ano passado, a MoneyGram manteve a parceria com a empresa, afirmando que não dependia dela para gerar lucros. Na semana passada, no entanto, a parceria foi desfeita e o CFO da MoneyGram confessou que dependiam fortemente de receitas provenientes da parceria.

Dessa forma, muitos que investiram na MoneyGram acreditavam que os problemas da Ripple não iriam respingar na empresa. Entretanto, agora os investidores estão revoltados e exigem uma reparação. 

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Saori Honorato é jornalista e para o BeInCrypto escreve sobre os principais acontecimentos do universo das criptomoedas.

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