Bitcoin tem o pior desempenho semanal do ano e XRP, ETH e BNB lutam para recuperar preços

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EM RESUMO
  • Bitcoin desvaloriza 17% nos últimos sete dias e bate pior desempenho semanal desde março de 2020.

  • A maioria das criptomoedas também sentiram os efeitos da correção e agora lutam para recuperar os preços.

  • Apesar das quedas, investidores estão com o mesmo apetite que antecedeu rali de 80% no início do mês.

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Em semana de fortes correções no mercado cripto, bitcoin falha em se manter acima de US$ 50 mil e chega nesta sexta-feira (26) com o pior desempenho semanal desde março de 2020.



Criptomoedas sofrem com os efeitos da ‘segunda-feira sangrenta’

A última semana de fevereiro não foi nada fácil para o mercado das criptomoedas. As altas que os principais ativos acumularam no final de semana foram bruscamente revertidas na ‘segunda-feira sangrenta’.

No fatídico dia, o Bitcoin (BTC) foi da sua máxima histórica de US$ 58.000 para a mínima de US$ 48.000, cravando assim a maior queda registrada no período de 24 horas da história do bitcoin.



O bitcoin não conseguiu manter a breve recuperação que registrou no meio da semana e na noite desta sexta-feira, 26 de fevereiro, o ativo acumula uma desvalorização de 17% na semana. Com a sua cotação atual de US$ 45.900, o bitcoin termina o mês com a maior queda semanal vista desde março de 2020.

ETH, XRP e BNB registraram fortes quedas na semana

Como resultado, a maioria das altcoins acompanharam a queda do bitcoin. A correção é sentida de forma especial pelo Ethereum (ETH), que não teve nem 24 horas para comemorar o preço histórico de US$ 2 mil. Na segunda-feira o ETH caiu junto com o mercado e se manteve no vermelho no restante dos dias, chegando no final da semana em queda de 26% e cotado a US$ 1.444.

A situação piora para o Ethereum à medida que suas taxas de gás continuam em valores muito altos. Enquanto o Ethereum 2.0 —  solução para o problema de gás — está em fase de desenvolvimento, a sua principal concorrente centralizada, Binance Smart Chain, passa a roubar o espaço que anteriormente era dominado pelo Ethereum nas finanças descentralizadas (DeFi).

Curiosamente, enquanto grande parte do mercado sofria com a correção, a Ripple (XRP) se manteve em alta no dia 22. Naquele momento, os detentores de XRP estavam otimistas depois que o ex-presidente da SEC, Mary Jo White, afirmou que a Ripple sairia vencedora do processo que enfrenta contra os reguladores americanos

O otimismo fruto desta fala se mostrou um evento isolado e no decorrer da semana a XRP despendeu 24%, cotada agora a US$ 0.43. 

A Binance Coin (BNB) que disparou de US$ 45 para US$ 345 neste mês também desacelerou nesta semana. Valendo US$ 220, a perda nos últimos sete dias da BNB chega a 35%.

Square e MicroStrategy compram mais bitcoin

Apesar da semana de fortes quedas, os investimentos bilionários das empresas MicroStrategy e Square trouxeram otimismo para o mercado.

A Square comprou mais US$ 170 milhões em bitcoin, fazendo o ativo representar 5% do  patrimônio total da empresa. 

Já a ousada MicroStrategy foi além e comprou mais US$ 1 bilhão em BTC, aumentando para US$ 4,2 bilhões a sua reserva da criptomoeda.

Outros investidores institucionais podem ter aproveitado o recuo do bitcoin para aumentar suas participações. Conforme mostrou o BeInCrypto, os investidores de bitcoin estão com o mesmo apetite que antecedeu rali de 80% no início do mês.

Maior exchange dos EUA vai entrar na bolsa de valores 

Outra boa notícia desta semana foi o anúncio oficial da possível entrada da maior exchange dos Estados Unidos na bolsa de valores americana.

A Coinbase, que atualmente possui 43 milhões usuários, poderá em breve ter suas ações negociadas diretamente na Nasdaq, sendo a primeira exchange a se tornar uma empresa pública nos EUA. Nesta semana, a Coinbase também divulgou o interesse em expandir suas operações no Brasil.

Além disso, nesta semana começaram as negociações do primeiro ETF de bitcoin da América do Norte. Só nos primeiros dias, o ETH movimentou R$ 3,4 bilhões de BTC na bolsa de Toronto.

Mineração de criptomoedas em nuvem

Com a queda generalizada do mercado cripto, aumentaram as buscas por formas de gerar renda passiva. A mineração de criptomoedas em nuvem é um destaque interessante para aqueles que querem se aventurar na mineração de forma independente.

A segurança na hora de armazenar as criptomoedas também continua sendo uma preocupação de muitos traders que buscam as principais carteiras de criptomoeda disponíveis hoje no mercado. 

Profissão Cripto

Nesta semana o BeInCrypto começou a publicar uma nova série de entrevistas que vão explorar as diferentes profissões do mercado de criptomoedas no Brasil.

Na primeira entrevista da série ‘Profissão Cripto’, José Artur Ribeiro compartilha os desafios de liderar uma exchange de criptomoedas no país.

Já o Alexandre Vasarhelyi, gestor de portfólio da BLP Asset, conta como foi criar o primeiro fundo de criptomoedas do Brasil.

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Saori Honorato é jornalista e para o BeInCrypto escreve sobre os principais acontecimentos do universo das criptomoedas.

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