Bitcoin vale quase 600 bilhões de reais e pode ir a mais de 5 trilhões

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EM RESUMO
  • Marca histórica se refere à métrica criada especificamente para o Bitcoin

  • Moeda alcança valor em momento de queda de preço

  • Especialistas projetam subida estratosférica para US$ 1 trilhão

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O Bitcoin alcançou, nesta segunda-feira (29), uma marca histórica em relação ao seu valor no mercado mundial. Pela primeira vez, a criptomoeda chegou à soma de US$ 107.159.465.455,49, o equivalente a mais de R$ 587,8 bilhões. A marca foi alcançada em um momento de queda de preço da moeda, apesar dos sinais de subida.



O montante se refere à métrica chamada de Valor de Mercado Realizado (Realized Cap). Trata-se de uma referência criada para medir com melhor precisão o valor de mercado do Bitcoin considerando as especificidades do mundo das criptomoedas.

A métrica de Valor de Mercado (Market Cap) foi herdada pelo Bitcoin do mercado financeiro tradicional. Por isso, ela não necessariamente engloba algumas características que só existem no mundo cripto.



Ela, por exemplo, considera no cálculo o suprimento completo de Bitcoins existentes, incluindo as que estão e permanecerão perdidas. Portanto, a conta final acaba incluindo cerca de 15% de BTC sem dono e que nunca serão liquidados no mercado.

Essa e outras particularidades são consideradas na métrica de Valor de Mercado Realizado. Ela é considerada mais realística, porém sempre será mais baixa que o valor mostrado em monitores como o CoinMarketCap.

Enquanto o CMC mostra capitalização de US$ 167,79 bilhões para o Bitcoin, a versão da referência feita especificamente para o Bitcoin aponta o montante de US$ 107,1 bilhões. E é esse valor que acaba de alcançar o pico histórico.

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O “efeito Paul Tudor Jones” no Bitcoin

A nova marca histórica do Bitcoin vem em um momento em que pesquisadores projetam um possível valor de mercado estratosférico para o ativo a caminho.

Especialistas começaram a prever os efeitos de uma possível onda de investidores institucionais no criptomercado após o famoso gestor de fundo Paul Tudor Jones entrar no mundo cripto.

Mês passado, o investidor anunciou que iria começar a alocar fundos em cripto como proteção contra o movimento inflacionário mundial. Tudor Jones é mais um nome que vê as injeções trilionárias de governos como um perigo para as moedas nacionais.

Valor de mercado de US$ 1 trilhão

Afinal, o que aconteceria se investidores institucionais seguissem Paul Tudor Jones e alocassem uma porcentagem baixa, de apenas um dígito, em Bitcoin?

Segundo levantamentos independentes mencionados pela Forbes, uma estimativa conservadora de 1% de investimento institucional alavancaria o Bitcoin para as alturas.

Nesses termos, o BTC poderia sextuplicar o valor de mercado atual e chegar a mais de US$ 1 trilhão, o equivalente a R$ 5,4 trilhões.

O montante, é importante lembrar, seria referente à métrica genérica de valor de mercado. Ainda assim, uma subida de atuais US$ 167 bilhões para US$ 1 trilhão geraria um impacto gigantesco no setor.

Como consequência, o valor de mercado realizado também poderia subir na mesma proporção. Ele iria, portanto, muito além do recorde de US$ 107,1 bilhões registrado hoje.

As projeções, entretanto, não mencionam um possível prazo em que essa subida poderia ocorrer.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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