Brasil tem ‘alta adoção’ e é ‘um dos lugares mais atrativos para cripto’, diz CEO da Binance

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EM RESUMO
  • CEO da Binance falou sobre o Brasil em evento na última quinta-feira (12)

  • Para Changpeng Zhao, país tem adoção de criptomoedas “relativamente alta”

  • Empreendedor disse que Brasil é um dos lugares mais atrativos para cripto

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O CEO da Binance, Changpeng Zhao, disse na noite da última quinta-feira (12) que o Brasil é um dos países que se destacam no mundo das criptomoedas.

Segundo o empreendedor chinês-canadense, o Brasil tem uma alta adoção de criptomoedas e é um dos países mais ativos em criptomoedas.

Ele comentou a presença da Binance no país no evento Future of Money, organizado pela Exame. Na ocasião, Changpeng Zhao contou que a empresa conta com voluntários no país desde os primeiros dias de fundação.

Nós temos [voluntários] Binance Angels no Brasil desde o começo. O Brasil é muito um mercado chave para nós. É o maior mercado na América Latina, e também um dos lugares mais atrativos para criptomoedas. Há uma adoção relativamente alta de criptomoedas entre brasileiros.

Binance quer aumentar presença no Brasil

O executivo garante que a Binance deve reforçar a presença no país. A iniciativa passaria, por exemplo, por adaptar o site e o aplicativo para a cultura local.



Recentemente, a exchange passou a oferecer idioma português brasileiro, além de suporte ao cliente com atendentes nativos. As mudanças vêm na esteira da liberação de depósitos em reais na corretora.

A companhia passou a atuar com personalidade jurídica no país sob a razão social B Fintech Servicos de Tecnologia LTDA e CNPJ 37.512.394/0001-77. Dessa maneira, a empresa deve passar a reportar atividade dos usuários à Receita Federal para cumprir com a legislação local.

“Bitcoin é mais disruptivo que a internet”, diz CEO da Binance em evento para o Brasil

No mesmo evento, o CEO da Binance opinou sobre os motivos que o fazem acreditar que todos devem reservar uma parte de seu portfólio para criptomoedas. Para ele, a razão passa pela capacidade de revolução das finanças de maneira ainda mais acentuada que a internet fez com a informação.

Criptomoedas são mais disruptivas que a internet. Se pensarmos a internet como a descentralização da informação, criptomoedas atingem moedas e o mercado financeiro.

Para o empresário, a natureza revolucionária das criptomoedas trazem resistências e riscos naturais. Dessa maneira, incertezas sobre regulação, por exemplo, acabam retardando a adoção em larga escala.

Tudo isso faz a adoção um pouco mais difícil. Mas se você ignorar isso e apenas olhar para o bitcoin ou para as criptomoedas, são simplesmente um melhor tipo de dinheiro. Eu acredito fortemente que será o futuro do dinheiro.

Uma das principais exchanges do mundo, a Binance pode se distanciar de outra gigante global. É o caso da Huobi, que passou recentemente por uma polêmica similar à da OKEx. Após um executivo ter sido supostamente preso, clientes teriam migrado em massa para a Binance.

Segundo a firma de análise CryptoQuant, houve um fluxo de fluxos de 18.652 bitcoins da Huobi para a Binance apenas entre os dias 2 e 11 de novembro. Houve, portanto, uma transferência de mais de US$ 300 milhões, ou R$ 1,65 bilhão, entre as exghanges.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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