Brasileiros criam vírus que rouba Bitcoin e ameaça países europeus

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EM RESUMO
  • Pesquisadores da empresa de cibersegurança Kaspersky descobriram um novo tipo de cavalo de Troia brasileiro, apelidado de Bizarro.

  • Vírus vêm afetando usuários de Bitcoin e internet banking em diversos países da Europa e América do Sul.

  • Alta das criptomoedas tem estimulado ataques virtuais.

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Pesquisadores descobriram um novo tipo de Cavalo de Troia brasileiro, apelidado de Bizarro, que tem como alvo usuários bancários e de Bitcoin (BTC) em diversos países na América do Sul e Europa.

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Pesquisadores da empresa de cibersegurança Kaspersky descobriram o novo malware, que foi criado por hackers brasileiros e revelaram que uma de suas funções é a de monitoramento de carteiras de Bitcoin.

Caso o usuário do dispositivo infectado acesse alguma carteira online da criptomoeda, o vírus substitui o endereço para direcionar futuros depósitos para a carteira virtual dos criminosos. Segundo o estudo, indivíduos residentes do Chile e da França seriam os mais afetados.

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O mecanismo não é novo e já foi visto em outros malwares pelo mundo. A estratégia dos criminosos é fazer com que a própria vítima envie suas criptomoedas para o golpista. Para isso, o vírus altera o endereço de destino de uma transação em curso com a esperança de que o usuário faça o trabalho sujo sem perceber.

Conforme o mercado de criptomoedas tem se tornado cada vez mais popular, devido à grande valorização de diversos criptoativos nos últimos meses, cresce o número de ataques e vírus envolvendo as moedas digitais. Atividades virtuais criminosas envolvendo Bitcoin e outras altcoins também estão se intensificado no Brasil, com instituições do setor público e privado sendo afetadas.

Vírus também é utilizado em internet banking

Ainda segundo os pesquisadores, o Bizarro já é capaz de roubar credenciais de internet banking de 70 bancos sediados na Argentina, Alemanha, Brasil, Chile, Espanha, França, Itália e Portugal.

Os hackers brasileiros que desenvolveram o vírus adotaram diversas técnicas incomuns no exterior, para atrair e lesar as vítimas, além de dificultar a sua detecção e soluções de segurança.

Um dos motivos para o vírus brasileiro ter conseguido afetar usuários de outros países, segundo o analista da Kaspersky, Fabio Assolini, é o fato de o país ser uma referência em sistemas de segurança e antifraude envolvendo o sistema bancário.

Com isso, criminosos brasileiros tiveram que se especializar, conseguindo dessa forma uma vantagem para usar em outros países os malwares desenvolvidos. Clientes de mais de 70 bancos já teriam sido atingidos apenas pelo módulo de internet banking do vírus. Os pesquisadores não divulgaram a quantidade de vítimas.

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Anderson atua como redator para o BeInCrypto, escrevendo sobre as principais notícias sobre o criptomercado e economia em geral. Antes de entrar para a equipe brasileira do site, ele participou de projetos relacionados a trading, produção de notícias e conteúdos educacionais relacionados a criptomoedas. Formando em Administração, está cursando pós graduação em Investimentos e Blockchain pela EA Banking School.

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