Chiliz anuncia queima de mais de 2 milhões de tokens CHZ

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EM RESUMO
  • Chiliz anuncia queima de mais de 2 milhões de tokens CHZ.

  • Tokens são provenientes de taxas pagas na negociação de criptomoedas na plataforma.

  • CHZ tem queda de 5,8% nas últimas 24 horas.

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A Chiliz, principal empresa por trás da indústria de tokens de fãs, anunciou uma queima de mais de dois milhões de tokens CHZ nesta quinta-feira (22).



A queima de tokens CHZ está prevista no white paper do projeto e faz parte da estratégia de controle de infação do ativo.

A queima consiste no envio de tokens para um contrato “morto” que impede a movimentação dos ativos para sempre – na prática, portanto, removendo as criptomoedas de circulação.



Segundo a Chiliz, a empresa queimou 2.023.097 tokens CHZ, o equivalente a pouco mais de US$ 1 milhão (R$ 5,5 milhões). O valor é referente a 20% dos tokens CHZ recebidos pela empresa em taxas pagas por usuários que negociaram na exchange da empresa durante os três primeiros meses de 2021.

No primeiro trimestre, a Chiliz Exchange gerou taxas líquidas de 10.115.487,27 CHZ (em pares CHZ), de acordo com nossa economia de token, queimaremos 20% disso (2.023.097).

A Chiliz se destacou nos últimos meses pelo crescimento do mercado de tokens de fãs criados na sua plataforma. Em 2021, o preço do CHZ passou a refletir, em grande parte, o resultado de partidas de clubes de futebol que aderiram à tendência, como PSG, Barcelona e Manchester City.

Para o CEO da empresa, Alexandre Dreyfus, a criação da controversa Superliga de times europeus pode vir a beneficiar detentores de tokens de fãs. Dos 12 times que até agora participam da iniciativa, cinco oferecem tokens personalizados.

Nos EUA, a companhia também passou a explorar o mundo do MMA com a chegada do token PFL, criado para apoiar a liga de mesmo nome. A estreia, ao que tudo indica, deu bons sinais a torcedores.

Por esses motivos, o token CHZ está entre os mais crescem em 2021. Após iniciar o ano cotado a cerca de US$ 0,02, o criptoativo disparou em março e chegou ao recorde de US$ 0,73.

Em seguida, a criptomoeda passou por uma correção, mas logo iniciou nova disparada, renovando a máxima, agora acima de US$ 0,75. Na manhã desta quinta-feira (22), o ativo é negociado por cerca de US$ 0,52, segundo dados do agregador Coingecko.

O preço apresenta queda de 5,8% nas últimas 24 horas. Mas, ainda assim, ainda acumula quase 8.000% de valorização em um ano.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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