Confiança diminui nos grandes Bancos e aumenta no Bitcoin, aponta pesquisa

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EM RESUMO
  • Pesquisa indica que as pessoas confiam menos nos grandes Bancos do que em 2017

  • Pelo outro lado, a confiança no Bitcoin está aumentando, principalmente entre os mais jovens

  • Mudança de paradigma aponta para economia descentralizada (DeFi) no futuro

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Pesquisa indica que a confiança nos grandes Bancos está menor do que em anos anteriores. Porém, acontece o oposto, no caso do Bitcoin: mais pessoas acreditam na importância e utilidade da criptomoeda. Assim, a pesquisa mostra uma mudança de paradigma sobre o futuro da economia.



A cada ano que passa, a confiança nos grandes Bancos está menor

Motivos para essa descrença não faltam: geralmente, os Bancos tradicionais oferecem serviços caros, antiquados e ineficientes. Dessa maneira, o péssimo serviço prestado pelas instituições “de sempre” é um dos principais fatores que levam as pessoas a procurarem alternativas.



Por isso, é natural que esses consumidores sejam atraídos por soluções inovadoras, como é o caso do Bitcoin.

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Confiança nos grandes Bancos diminui

A pesquisa, realizada pelo The Tokenist, compara os resultados da percepção do público sobre a questão dos Bancos e do Bitcoin em dois momentos: em 2017 e em 2020.

Naturalmente, o problema atual da pandemia do COVID-19 influencia na visão dos entrevistados acerca das questões sobre o sistema financeiro e as criptos. Porém, com a adoção crescente do Bitcoin e demais criptomoedas, é natural que cada vez mais pessoas mudem de opinião sobre o tema.

Assim, foi esse o principal resultado da pesquisa:

  • Parcela de consumidores que prefere o BTC aos títulos públicos: de 18% para 28% (2017 para 2020)
  • Parcela de pessoas que tem ou já teve BTC: de 2% para 6% (2017 para 2020)
  • Parcela de entrevistados que vê o BTC com impacto positivo: de 33% para 60% (2017 para 2020)

Porém, a pergunta que mais chama a atenção é a seguinte: “Se você tivesse que escolher, em quem você confia mais? No Bitcoin ou nos grandes Bancos, como o Wells Fargo, JPMorgan, Goldman Sachs?” O resultado, em 2017, foi:

  • BTC: 18%
  • Grandes Bancos: 82%

Porém, a mesma pergunta, realizada em 2020, obteve resultado muito diferente:

  • BTC: 47%
  • Grandes Bancos: 53%

A pesquisa vai além, pois divide as respostas de acordo com a faixa etária dos entrevistados. Dessa maneira, é interessante ver o trabalho original, disponível em inglês.

O que se pode concluir da pesquisa?

Como é possível observar, a aceitação do Bitcoin está crescendo, embora tenha um longo caminho a ser percorrido. Entre as pessoas mais jovens, as criptomoedas são um tema mais aceito e conhecido.

No entanto, as gerações mais experientes preferem a “solidez” institucional dos grandes bancos, apesar de todos os problemas ocasionados pelo sistema financeiro atual.

É difícil defender o sistema financeiro vigente, no qual os Bancos Centrais “imprimem dinheiro” e repassam aos Bancos privados, sem grandes consequências.

Por isso, é possível antever que a adoção do Bitcoin e as demais criptos tende a aumentar. Os grandes Bancos, por sua vez, perderão espaço para as fintechs e as criptos, como já está acontecendo.

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Nicolas se formou em Direito pela Universidade Federal do Paraná e é pós-graduado em Gestão de Negócios Internacionais. Atualmente, cursa Jornalismo na FAPCOM. Escreve sobre economia, política e história há alguns anos. Em 2017, após entrar em contato com a tecnologia blockchain, se entusiasmou com o seu potencial e passou a estudar as aplicações da tecnologia aos diversos setores da economia. Seu foco está em discutir as melhores maneiras de alavancar o desenvolvimento nacional através do uso do blockchain e das criptomoedas.

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