Criptomoeda brasileira pareada com Real atinge recorde de R$ 675 milhões e mira R$ 1 bilhão

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EM RESUMO
  • BRZ, pareada com o Real, alcançou volume recorde em três meses na FTX

  • Criptomoeda brasileira é usada para investir em ativos tokenizados no exterior

  • Transfero Swiss projeta R$ 1 bilhão de volume

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A criptomoeda Brazilian Digital Token (BRZ), uma stablecoin com preço pareado com o Real, atingiu recorde de volume negociado. Em três meses, o ativo movimentou R$ 675 milhões na exchange FTX. O próximo alvo é a marca de R$ 1 bilhão.



Atualmente, a BRZ é a maior moeda digital do Brasil. Emitida pela Transfero Swiss, ela visa gerar liquidez para traders e um canal para que investidores brasileiros operem no mercado internacional. Apesar de indexada ao Real, a moeda pode ser utilizada globalmente.

A moeda é semelhante ao Tether (USDT), por exemplo, que é atrelada ao dólar. Da mesma forma, a Transfero Swiss trabalha para convergir o preço da moeda em paridade com a moeda nacional. O token também opera no padrão ERC20, da rede Ethereum.



Em apenas uma semana de agosto, a empresa emitiu 35 milhões de tokens por conta da maior procura no mercado. O motivo seria a o interesse de mesas OTC, usadas para negociar grandes quantidades com rapidez e preço fixo.

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Reprodução/TransferoSwiss

BRZ cresce na esteira da busca por plataformas internacionais

O movimento traz números expressivos desde maio. Dos R$ 675 milhões nesse período, a FTX registrou um terço (R$ 620 milhões) em 10 mil transações realizadas por mesas de OTC brasileiras.

Claudio Just, COO (Chief Operating Officer) da Transfero Swiss, conta ao BeInCrypto que o BRZ tem se tornado uma moeda que serve de ponte entre investidores locais e mesas de OTC e plataformas internacionais.

Os players locais estão cada vez mais buscando as plataformas internacionais diretamente, pois possuem serviços mais variados e custos menores, como acontece com a FTX, que tem as taxas mais baixas para os brasileiros negociarem BRZ e outras criptomoedas.

Sediada em Hong Kong, a FTX é uma exchange que se destaca pela oferta de ativos internacionais tokenizados. Com o BRZ, dessa maneira, brasileiros podem investir nesses ativos “em reais”.

O executivo explica que o volume atual de negociação da criptomoeda passa de R$ 100 milhões por mês. Nesse ritmo, a expectativa é de alcançar a marca de R$ 1 bilhão no ano.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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