“Criptomoeda” Chinesa: Confira o Possível Visual do Novo Aplicativo

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EM RESUMO
  • Prints vazados sugerem estágio avançado de testes da moeda

  • Governo chinês proíbe comercialização de criptomoedas

  • Aplicativo tem semelhanças com soluções de pagamento do Alibaba e da Tencent

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A criptomoeda chinesa vista como o “yuan digital” pode estar com lançamento mais próximo. Redes sociais chinesas estão sendo inundadas nesta quarta-feira (15) por supostos prints da carteira da nova moeda digital. Ainda em fase de testes, o software foi flagrado em aparente funcionamento.

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Segundo fonte ouvidas pelo jornal chinês South China Morning Post, “[a moeda] deveria ser confidencial nesse estágio”. Em condição de anonimato, ela revela que “o vazamento oferece uma prévia da aparência da moeda digital da China para o público em geral”.

O veículo alega ter confirmado a autenticidade das imagens com fonte ligada aos programadores que trabalham em bancos estatais no teste do da moeda. O fato sugere que o projeto está em estágio avançado e que o lançamento oficial da criptomoeda chinesa pode levar pouco tempo para acontecer.

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A carteira tem fortes semelhanças com outros aplicativos de pagamentos chineses, como o Alipay, do Alibaba, e o WeChat, da Tencent. Ambos são muito populares no país e são muito usados no dia a dia em substituição a transações comuns com dinheiro vivo ou cartão de crédito.

Assim como essas soluções, a carteira oficial do governo deverá permitir efetuar pagamentos e realizar transferências. Os prints sugerem que, nesse segundo cenário, dois usuários poderão simplesmente tocar celulares uns nos outros para executar transações.

Outras funções presentes nos apps mais famosos de pagamentos estão ausentes. O app governamental não tem, por exemplo, loja integrada para fazer compras online nem permite pagar contas. Os recursos, no entanto, não estão descartados e podem aparecer na versão final da solução.

O Que é a Criptomoeda Chinesa

Anunciada em 2019, a criptomoeda chinesa será controlada pelo Banco Central da China. A ideia é que o ativo seja protegido contra a especulação de moedas criptográficas convencionais. Por isso, ela não será disponibilizada para compra e venda nos moldes do Bitcoin.

Além disso, o posicionamento vai de acordo com a tradição chinesa em relação ao mercado de criptomoedas. Atualmente, o país proíbe bancos de hospedados contas de corretoras. Na visão do governo, as criptomoedas apresentam uma ameaça para a moeda fiat chinesa, o Yuan.

Aliás, membros do governo chinês evitam comparações com stable coins, incluindo a Libra, do Facebook. A diferença estaria na não exigência de um conjunto de ativos como lastro. A moeda digital deverá funcionar apenas como um meio de confirmação para transferência de yuans.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Sou editor-chefe do BeInCrypto Brazil desde abril de 2021.

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