Criptomoeda de privacidade Zcash é autorizada a atuar no Brasil

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EM RESUMO
  • A Zcash recebeu nesta semana autorização do INPI para atuar Brasil

  • Uma das principais criptomoedas de privacidade do mundo, a Zcash oferece maior anonimato nas transações

  • A criptomoeda permite que os usuários ofusquem suas identidades e ocultem os valores transferidos 

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O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) autorizou o registro nacional da Zcash (ZEC), uma das principais criptomoedas de privacidade do mundo.



O pedido foi feito por uma das empresas criadoras da moeda, a Zcash Foundation. O registro permite que a empresa atue no país na implementação de plataformas descentralizadas. Além disso, a Zcash pode criar produtos e serviços que facilitem as negociações de criptomoedas.

A Zcash teve seu registro aceito nesta terça-feira (20), conforme publicado pelo INPI. Quem assina o pedido é o escritório de advocacia brasileiro Dannemann, Siemsen, Bigler & Ipanema Moreira.



Uma das principais criptomoedas de privacidade do mundo, a Zcash (ZEC) fica atrás apenas do Monero (XMR). Seu preço atualmente no Brasil é de R$339,30.

Uma criptomoeda de privacidade como a Zcash permite que usuários ofusquem suas identidades e ocultem os valores transferidos.

Essa recente autorização pode fortalecer a atuação das criptomoedas de privacidade no território brasileiro. No entanto, vale lembrar que esse tipo de criptomoeda sofre uma grande resistência por outros governos mundo afora.

Porque os governos não gostam das criptomoedas de privacidade?

As autoridades enfrentam problemas com essas criptomoedas pois elas oferecem um alto grau de anonimato aos usuários. O que consequentemente dificulta o rastreamento das operações.

Isso é possível porque elas ocultam as informações registradas na blockchain, como o endereço de envio e recebimento, bem como o valor da quantia transferida.

O caso que ganhou mais visibilidade nos últimos tempos foi a perseguição das autoridades norte-americanas contra o Monero, principal rival da Zcash.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA chegou inclusive a oferecer uma recompensa no valor de US$ 625 mil para quem conseguisse quebrar a privacidade do Monero.

Esses contrapontos não impedem, entretanto, que as criptomoedas de privacidade se mantenham fortes no mercado. Pelo contrário, o ano de 2020 está sendo muito positivo para as moedas de transações anônimas. Dados apontam para uma valorização significativa desses ativos neste ano.

A Zcash dobrou o seu preço em 2020 e de acordo com a empresa de dados Messari, as criptomoedas que incorporam recursos de anonimato valorizaram cerca de 142% este ano.

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Saori Honorato é jornalista e para o BeInCrypto escreve sobre os principais acontecimentos do universo das criptomoedas.

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