Dez Pessoas são Presas em Caso de Pirâmide de Bitcoin de R$ 24 Milhões

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EM RESUMO
  • Esquema usava telefone para atrair vítimas que perderam dinheiro acreditando que estavam investindo em criptomoedas.

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Quem investe em Bitcoin sabe que as transações com a criptomoeda acontece através da internet. Por mais que existem alguns meios físicos desenvolvidos para o Bitcoin, como o paper wallet, por exemplo, é no meio digital que a moeda realmente existe. É também na internet que golpes envolvendo o Bitcoin são disseminados.



Com o crescimento do mercado de criptomoedas também aumentou as formas que pessoas são enganadas. Se antes a preocupação era com uma invasão hacker, um novo golpe mostra que até pelo telefone uma fraude com Bitcoin pode ser espalhada.

Uma quadrilha terminou atrás das grades depois de usar telefonemas para enganar vítimas. O esquema teve dez pessoas detidas em um esforço de investigação que envolveu alguns países da Europa. No total é apontado 85 franceses que caíram no golpe, que oferecia lucros de 35% ao mês com criptomoedas.



Esquema com Bitcoin termina com dez presos

A quadrilha do esquema com Bitcoin não roubava seus clientes diretamente. O esquema consistia em atrair vítimas pelo telefone, oferecendo lucro a partir de investimentos. A plataforma foi apontada como sendo uma pirâmide financeira.

“O grupo criminoso abordou as vítimas por telefone, oferecendo-lhes enormes lucros em investimento em Bitcoins”.

A investigação inicial esteve concentrada na Bélgica e na França, onde a fraude registrou mais vítimas que perderam dinheiro. Já fazem dois anos que as autoridades investigam o caso, desde 2018. Sendo que em janeiro de 2019 parte da quadrilha foi detida, onde quatro deles foram encontrados na França.

Com os quatro detidos, as autoridades decidiram por procurar algum dinheiro ligado ao bando. Uma parceria com Luxemburgo revelou que mais de R$ 4,2 milhões estavam naquele país e pertenciam à quadrilha.

Os criminosos estavam na França, mas um alerta sobre a fraude com Bitcoin praticamente ecoou em toda a Europa. Alguns países receberam comunicado sobre as atividades ilícitas daquele grupo detido [EuroJust]. Ou seja, além da colaboração de Luxemburgo e do envolvimento da França e Bélgica, outros países foram avisados, como:

  • Portugal
  • Reino Unido
  • Bulgária
  • República Tcheca

Outras pessoas foram detidas em Israel

Alguns golpes envolvendo o Bitcoin parecem nunca terminar. Mesmo depois de deixar de pagar seus clientes, algumas empresas reiniciam suas atividades em outros lugares e até com nomes diferentes.

Na maioria das fraudes o negócio só “muda de roupa”. Esse é o caso da plataforma que teve dez pessoas presas. Em outro país eles tentavam continuar as operações com criptomoedas.

A investigação orquestrada pela Europol continuou a rastrear as atividades dos criminosos. O esforço resultou na prisão da outra parte da quadrilha em Israel. Daquele país eles procuravam manter as operações atraindo clientes.

O esquema com Bitcoin funcionava oferecendo 35% de lucro, mas não passava de um golpe. Era utilizando o telefone que as vítimas recebiam o contato dos criminosos. Por ligação eles convenciam pessoas a participar da fraude.

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Jornalista apaixonado pelo universo das criptomoedas e seu enorme impacto na sociedade. Conheceu o Bitcoin em 2013 sem saber que a criptomoeda tomaria conta de sua vida anos mais tarde. Já trabalhou em outros portais de notícias sobre criptomoedas, sendo que atualmente é um dos colaboradores do BeInCrypto.

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