Dólar cai para mínima de dois anos enquanto ouro e Bitcoin sobem

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EM RESUMO
  • Dólar perde força frente às principais moedas do mundo e chega à mínima de dois anos

  • Mercado põe em xeque recuperação dos EUA após dados de Nova York

  • Enquanto isso, ouro e Bitcoin voltam a subir forte

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O dólar vem enfrentando novamente um movimento de baixa frente às principais moedas nacionais do mundo. Recentemente, a moeda americana atingiu o nível mínimo dos últimos dois anos.



O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas, mostrou desvalorização novamente. O dólar recuou, por exemplo, 0,3% frente o iene e apresentou novas quedas em relação ao euro e à libra.

A marca é atingida ao mesmo tempo em que o ouro volta a subir 1,1% para US$ 2.000 por onça. Além disso, a queda do dólar coincide com uma nova subida do Bitcoin para acima de US$ 12.000.



O ouro havia ido a menos de US$ 1.900, conforme alguns analistas esperavam, logo após alcançar os US$ 2.000. Já o Bitcoin, que havia rejeitado os US$ 12.000, caiu para US$ 11.370 na mesma janela.

No entanto, a moeda americana voltou a enfraquecer. Com isso, o investidor acabou sendo empurrado para ativos de segurança, como o ouro, ou de maior risco, como as criptomoedas e a bolsa.

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Por que o dólar voltou a cair no mundo

Segundo o Financial Times, a queda do dólar tem ligação com o baixo desempenho da recuperação econômica dos Estados Unidos. Analistas veem maior dificuldade do que o esperado para superar a crise, o que acaba depreciando a moeda.

A debandada mais recente do dólar, no entanto, se deu por conta uma pesquisa divulgada na segunda-feira (17). Segundo um levantamento no estado de Nova York, a atividade de manufatura reduziu na região em agosto após ter crescido um mês antes.

Além disso, uma outra pesquisa, dessa vez do Bank of America, mostrou baixa expectativa para o dólar. Investidores ouvidos pelo banco acreditam que a moeda tem poucas chances de se fortalecer.

Ao mesmo tempo, o mercado futuro do euro alcançou a máxima de todos os tempos, apontando otimismo com relação à moeda.

Bolsas disparam no mundo, mas não no Brasil

A saída do dólar leva o investidor também às bolsas. Nos EUA, o rali apresenta sinais de uma corrida de preços que chega a levantar temores de uma nova bolha.

As ações de tecnologia também disparam, com destaque para a Tesla. Os papeis da montadora alcançaram nova máxima acima de US$ 1.900, tornando Elon Musk o quarto mais rico do mundo, segundo a Bloomberg.

No entanto, o efeito não foi sentido no Brasil na última segunda-feira. Apesar do otimismo no mercado financeiro, o IBOV fechou abaixo dos 100.000 pontos em meio a dúvidas sobre a permanência do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Após declarações reafirmando sua permanência e em apoio ao Teto de Gastos, o IBOV voltou a dar sinais de recuperação nesta terça-feira (18).

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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