Dólar vai piorar nos próximos anos, diz mercado na 3ª semana de queda do Real

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EM RESUMO
  • Real vai mal perante o dólar pela terceira semana seguida

  • Nesta segunda-feira (28), volta a atingir R$ 5,66

  • Em meio a esse cenário, mercado piora previsão para próximos anos

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A cotação do dólar em reais piorou nos últimos dias com o desânimo dos mercados. Em meio a receios sobre o impacto de uma segunda onda da pandemia, a moeda americana se fortaleceu.



Após fechar a sexta-feira (25) cotado a R$ 5,56, o dólar volta a subir nesta segunda-feira (28). Às 13h35, ela é cotada a R$ 5,66, recuo de 1,79%.

Segundo aponta a agência de notícias Reuters, o real já acumula a terceira semana de perdas frente ao dólar. No entanto, o movimento ocorre em dia com DXY em baixa. O índice, vale lembrar, mede a força do dólar no resto do mundo.



Enquanto isso, um novo levantamento do Banco Central mostra pessimismo. Fontes do mercado financeiro apontam para uma subida do dólar nos próximos anos.

A expectativa era de que o aumento dos juros trouxesse de volta o investidor especulativo. Com o aumento da demanda por reais, parte das perdas seriam recuperadas.

No entanto, os investidores passam a considerar que o real não conseguirá valorizar como se esperava após o aumento da Selic.

Em 2020, a expectativa de R$ 5,30 subiu para R$ 5,40 até o final do ano. Além disso, em 2022, os esperados R$ 5 passam para projeção de R$ 5,20.

Já em 2023, o mercado via rompimento do piso de R$ 5 para R$ 4,95. Hoje, já prevê dólar a R$ 5,10 novamente. O único ano “poupado”, dessa maneira, é 2021, que mantém o patamar de R$ 5,10 segundo a mediana de médio prazo.

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Governo é criticado por dólar por economistas

No fintwit, a política cambial brasileira é criticada em meio à alta do dólar. Um dos críticos recorrentes é Fernando Ulrich, economista defensor do Bitcoin. Para ele, a falta de uma política cambial clara está diretamente ligada à inflação dos alimentos.

Nesta segunda-feira (28), ele voltou a criticar a desvalorização do real enquanto o dólar cai no mundo.

Para ele, um dos motivos da subida é o recente anúncio do Renda Cidadã. O programa que visa substituir o Bolsa Família será criado, entre outros, com recursos de precatórios.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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