É questão de tempo para Wall Street abraçar Bitcoin de vez, confessam gestores

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EM RESUMO
  • Agentes de mercado dizem em pesquisa que investimento institucional quer abraçar cripto.

  • Segundo eles, é só questão de tempo até que grande capital entre no barco do Bitcoin.

  • Aportes institucionais são apontados como principais catalisadores do rali do BTC em 2020.

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Agentes de mercado ouvidos em pesquisa confessam que é só questão de tempo até que investimento institucional adote de vez as criptomoedas.

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As principais barreiras para a entrada de investidores institucionais em criptomoedas estão em queda. Segundo um relatório de mercado da eToroX, braço de cripto da corretora eToro, grandes gestores de Wall Street têm cada vez mais motivos para apostar no Bitcoin e outras moedas digitais.

O levantamento mostra que o investimento institucional em criptomoedas visto em 2020 deve mesmo se intensificar. Segundo analistas de mercado, a entrada de investidores profissionais via fundos foi o principal catalisador do rali do Bitcoin no ano passado.

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Segundo a eToro, “o consenso entre os pesquisados ​​é que não se trata de se mais instituições entrarão no setor, mas de quando”. Sem revelar nomes, a corretora aponta que um dos entrevistados ligado a investidores institucionais, deu a entrada de grande capital em cripto como certa.

Há uma saída pontual no horizonte que representa um mercado institucional maduro para criptoativos e ativos digitais. É como se não tivéssemos certeza de como chegaremos lá, quanto tempo levará e o que encontraremos quando chegarmos, mas estamos apontando o barco para o ponto e zarpando.

Uma pista da tendência positiva do Bitcoin em Wall Street veio na última quarta-feira (20). Documentos da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) mostram interesse da BlackRock no Bitcoin. Trata-se da maior gestora de investimentos do mundo, que controla US$ 8 trilhões.

Barreiras de entrada para investidores institucionais em cripto estão diminuindo

Segundo o relatório, há quatro principais barreiras que ainda impedem a entrada em massa dos grandes investidores no mercado de criptomoedas. Elas ainda existem, mas estariam diminuindo aos poucos.

Uma delas é a incerteza regulatória, já que não existe um padrão mundial de legislação para o mercado. Dessa maneira, grandes gestores ainda não têm clareza sobre eventuais problemas judiciais que podem enfrentar caso optem por alocar parte de seus ativos em cripto.

Agentes de mercado ouvidos pela eToro disseram, no entanto, que já existe um esforço em andamento para regulamentar o setor. Eventualmente, portanto, o investimento em cripto seria equiparado aos mercados tradicionais.

Outro ponto de preocupação se dá com relação à infraestrutura do mercado. Para alguns investidores, simplesmente não há a variedade necessária de instrumentos e plataformas para operar quando comparado com o mercado de ações, por exemplo.

Além disso, preocupações com segurança e reputação do ativo ainda são impeditivos para alguns gestores. O investimento em TI, desse modo, se mostra chave para atrair a atenção desse público.

Tamanho do mercado ainda é maior entrave

Apesar dos três pontos anteriores serem importantes, eles não são a maior barreira para grandes investidores. Segundo o relatório da eToro, a capitalização reduzida ainda é o maior entrave para que o investimento institucional entre de vez no barco do Bitcoin.

Com capitalização de menos de US$ 600 bilhões, o Bitcoin teria que multiplicar de valor muitas vezes até alcançar o patamar do mercado de ações, estimado em US$ 90 trilhões, ou do ouro, que vale entre US$ 8 e US$ 9 trilhões.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Colaborei entre 2013 e 2021 com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atuei como repórter e depois como editor-chefe do BeInCrypto Brazil entre abril de 2020 e setembro de 2021.

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