Empresas de games NFT reagem após proibição da Steam

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EM RESUMO
  • Carta aberta pede para Valve reverter o banimento.

  • Ela é assinada por 29 estúdios e grupos de jogos blockchain.

  • A rival Epic Games afirmou que NFTs serão permitidos na plataforma.

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Um grupo de 29 empresas de jogos e grupos de blockchain reagiu após o banimento de games com NFT pela Steam.

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A reação ao bloqueios de games com NFT e blockchain pela Steam veio através de uma carta aberta publicada na terça-feira (26), assinada por 29 estúdios e as organizações Fight for the Future, a Enjin e The Blockchain Game Alliance.

O texto é um apelo claro para que a Valve, a criadora da plataforma, reverta o banimento de tecnologias web3, que inclui jogos de blockchain e NFT. O banimento foi descoberto no dia 15 de outubro.

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A carta explica que as inovações digitais, podem melhorar positivamente a experiência do usuário em jogos e criar novas oportunidades econômicas para usuários e criadores. Ela acrescenta que os tokens, em particular, abrem vastas possibilidades para os usuários interagirem, colaborarem e criarem mundos digitais tangíveis e itens que antes eram impossíveis.

Essas melhorias tornam os jogos mais descentralizados, democráticos, interativos e sistemas focados no jogador. Eles também representam uma oportunidade de agilizar e modernizar os direitos de propriedade intelectual de maneiras que beneficiariam muito tanto os criadores independentes quanto as empresas estabelecidas.

O presidente da Blockchain Game Alliance, Sebastien Borget, acredita que cortar esse setor em expansão em um estágio tão crucial de desenvolvimento é ignorar o progresso notável que alcançamos neste ano. Para ele:

 “Queremos convidar o pessoal da Valve para um diálogo aberto, bem como com a indústria de jogos mainstream mais ampla, para entender melhor suas perspectivas sobre os desafios futuros e determinar como podemos colaborar de forma mais eficaz no futuro”.

Steam alega preocupação com preços

A Steam disse ao desenvolvedor do Age of Rust, a SpacePirate Games, que não permitiria jogos NFT em sua plataforma devido a preocupações em torno do “valor do mundo real” dos itens em NFT.

Os jogos blockchain – particularmente aqueles como o Axie Infinity, onde os jogadores podem comprar personagens NFT exclusivos, aumentá-los de nível e vendê-los para outros jogadores – aumentaram de valor ao lado de criptomoedas como Bitcoin e as artes NFTs durante 2021.

Esses games seguem um modelo novo, chamado de “jogue-e-ganhe” (“play-to-earn”), que permite que os jogadores recebam criptomoedas como recompensa apenas por jogarem.

Até o momento, nem a Steam nem a Valve emitiram qualquer comunicado oficial com mais informações sobre os motivos para a restrição.

Epic Games na contramão

No mesmo dia em que a notícia da proibição pela Steam foi divulgada, sua rival Epic Games veio a público anunciar que sua plataforma não planeja seguir pelo mesmo caminho.

O CEO da Epic, Tim Sweeney, revelou ao The Verge que a loja estava “aberta a jogos que suportam criptomoeda ou ativos baseados em blockchain”.

Lançada em 2018, a Epic Games é uma plataforma relativamente recente no mercado de lojas de games para PC. Ela também é a principal concorrente do serviço da Valve.

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Apaixonada pelo que faz, Aline Fernandes é uma profissional que atua há 20 anos como jornalista. Especializada nas editorias de economia, agronegócio e internacional trabalha na BeINCrypto como editora do site brasileiro. Já passou por quase todas as redações e emissoras do país, incluindo canais setorizados como Globo News, Bloomberg News, Canal Rural e Rádio Estadão/ESPM. Atuou também como correspondente internacional em Nova York e foi setorista de economia dentro do pregão da BM&F Bovespa, hoje B3 - incluindo a cobertura do último pregão viva voz no Brasil. Coordenou um grupo de dez correspondentes em três continentes para decidir as pautas mais relevantes do dia para o telespectador. Já participou de treinamentos e cursos no exterior, passou em zonas de guerra na Cisjordânia, Faixa de Gaza, fronteiras da Síria, Líbano, além da Jordânia e Egito. Atualmente estuda Mídias e Marketing Digital na pós-graduação da ESPM. Acredita no trabalho com ética, excelência, profissionalismo e no bom jornalismo. O futuro é o que estamos realizando agora.

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