Empresas de mineração de Bitcoin são preferidas por brasileiros que investem no exterior

Compartilhar Artigo
EM RESUMO
  • Jovens investidores que compram ações no exterior estão de olho em empresas do setor cripto.

  • Duas companhias do setor de mineração de Bitcoin estão no radar de brasileiros.

  • Tesla, que comprou US$ 1,5 bilhão em Bitcoin, é a primeira do ranking.

  • promo

    Estamos compartilhando informação no nosso grupo de Telegram , siga-nos! E obtenha sinais de trading e análise de criptomoedas diariamente!

The Trust Project é um consórcio internacional de veículos de notícias que criam padrões de transparência.

Jovens investidores que compram ações no exterior estão de olho em empresas do setor cripto, com setor de mineração de Bitcoin no radar.



Duas empresas do setor de criptomoedas estão entre as preferidas de brasileiros que investem nos Estados Unidos. Segundo um levantamento da startup Stake, companhias do setor de mineração aparecem no top 10 de negociações na plataforma. A número um do ranking é a Tesla, em lista que conta também com Apple e outras companhias com alto apelo entre jovens.

A empresa do setor cripto mais bem posicionada é a Riot Blockchain (RIOT). A oitava mais investida pelos clientes da Stake, a empresa atua no setor mineração de Bitcoin e vem impressionando pelos resultados na bolsa.



Na última quarta-feira (3), por exemplo, enquanto o índice S&P500 caía, 1,38%, as ações da Riot Blockchain avançavam 0,96% na Nasdaq. Além disso, apenas em fevereiro, o papel valorizou 128.48%, deixando para trás com folga o desempenho do setor de serviços prestados a empresas, que teve alta de apenas 4,75% no período.

Um dos principais motivos do resultado são as expectativas positivas de faturamento. O mercado espera que os lucros do próximo trimestre, por exemplo, saltem 200%, para US$ 3,6 milhões.

Mineração e compra de Bitcoin

Além disso, investidores brasileiros apostam na Marathon Digital Holdings (MARA), cujas ações subiram quase 5% no último pregão da Nasdaq. Também focada em mineração, a empresa mudou de nome recentemente de Marathon Patent Group para reforçar que seu negócio agora são os ativos digitais.

A companhia se vê como uma das poucas opções “puramente Bitcoin” disponíveis para investimento na bolsa. Além de mineração, a empresa faz investimentos próprios no setor de criptomoedas, seguindo passos de nomes famosos como Microstrategy e a própria Tesla, líder de preferência entre brasileiros.

Brasileiros participaram da alta nas ações de GameStop e AMC

Além das empresas do setor cripto, brasileiros utilizam a plataforma da Stake para comprar ações da GameStop e da AMC. O motivo parece ser o frenesi que tomou conta de Wall Street após um fórum do Reddit declarar guerra contra hedge funds americanos.

Após chegar próximo de US$ 350 no final de janeiro, as ações da GameStop caíram para US$ 40, mas apresentam recuperação. Na última quarta-feira (3), o papel fechou a US$ 124,18 na bolsa de Nova York. Já a AMC, que alcançou quase US$ 20 em janeiro e despencou de volta para US$ 5,50, já se aproxima dos US$ 9.

As duas aparecem na frente das empresas do setor de mineração de Bitcoin na preferência dos brasileiros, em sexto e sétimo lugares, respectivamente. Confira a lista completa da Stake, divulgada no Valor:

  1. Tesla (TSLA)
  2. Nio (NIO)
  3. Apple (AAPL)
  4. Churchill Capital Corp IV (CCIV)
  5. Palantir (PLTR)
  6. GameStop (GME)
  7. AMC Entertainment (AMC)
  8. Riot Blockchain (RIOT)
  9. Marathon Digital Holdings (MARA)
  10. Tilray (TLRY)

Isenção de responsabilidade

Todas as informações contidas em nosso site são publicadas de boa fé e apenas para fins de informação geral. Qualquer ação que o leitor tome com base nas informações contidas em nosso site é por sua própria conta e risco.
Share Article

Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

SEGUIR O AUTOR

Sinais grátis de compra e venda de criptos, análises do Bitcoin e chat com traders. Entre já no nosso Telegram!

Vamos lá

Sinais grátis de compra e venda de criptos, análises do Bitcoin e chat com traders. Entre já no nosso Telegram!

Vamos lá