Esperando BTC a US$ 100 mil? Bitcoin imóvel há cinco anos chega à máxima histórica

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EM RESUMO
  • Fatia de Bitcoin que não é vendido ou transferido há cinco anos chega a 22,1%

  • Número alcança 61% no BTC não movido há pelo menos um ano

  • Além disso, saídas de exchanges triplicaram nos últimos três meses

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Apesar do aumento de preço recente, o Bitcoin ainda é muito acumulado. A saída da criptomoeda de exchanges triplicou nos últimos três meses e a quantidade parada há mais de cinco anos alcançou a máxima de todos os tempos.



Segundo o último relatório da Glassnode, a quantidade de Bitcoin que não se move só aumenta. Segundo o levantamento, o percentual que não se mexe há mais de cinco anos chega a 22,1% do total. Em 2018, o número era de 17%.

O movimento é ainda mais intenso com os Bitcoins não movidos há pelo menos um ano. Em 2018, a fatia nessas condições era de 41,1% e atingiu 57,6% em 2019. Na metade de 2020, no entanto, já chega a 61%.



A empresa afirma que, para o Bitcoin, “coletivamente, isso significa um crescimento constante em sua base de investidores a longo prazo”.

Além disso, o dado corrobora com o registro de cada vez mais baleias de Bitcoin. Na última quarta-feira (23), a firma divulgou que 43,79% de donos de Bitcoin têm de 1.000 a mais de 100.000 BTC.

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Bitcoin triplicou saída de exchanges

O relatório aponta também forte saída de Bitcoin de exchanges. O fluxo líquido passou de 55.400 BTC entre janeiro e março para 174.000 BTC nos três meses seguintes.

Dessa maneira, entre maio e julho, já saíram do mercado o equivalente a R$ 8,65 bilhões. O número envolve a diferença entre entradas e saídas de Bitcoin em exchanges.

A Bitfinex teve o maior declínio na oferta acumulada no ano, alcançando 71% negativos. Desses, 66% foram apenas no segundo trimestre. Bitmex e Bitstamp também registram números semelhantes.

Binance, Gemini e OKEX são as únicas com mais entrada que saída no ano entre as maiores do mundo. A Gemini, por exemplo, traz 43% mais entrada que em 2019, sendo 28% nos últimos três meses.

O movimento costuma indicar que os investidores não estão dispostos a vender pelo preço atual. Recentemente, mesmo com alta de preço, o fluxo de saída aumentou drasticamente em 24 horas.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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