ETF de criptomoedas atrai quase 30 mil investidores antes da estreia na B3

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EM RESUMO
  • Quase 30 mil pessoas já reservaram cotas do primeiro ETF de criptomoedas do Brasil

  • Produto da Hashdex superou em 146% o mínimo de capital levantado.

  • Lançamento acontece na segunda-feira (26).

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28.358 pessoas fizeram pedido de reserva de cotas do ETF Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Índice, o primeiro ETF de criptomoedas do Brasil.



No total, os pedidos são equivalentes a R$ 615,2 milhões, 146% acima do mínimo de R$ 250 milhões. A Hashdex, gestora do produto, emitiu 12.305.014 cotas, a R$ 50 cada. Os números estão em carta enviada aos investidores nesta sexta-feira (23).

Os pedidos de reserva terminaram na última terça-feira (20). O ETF estreia na B3 com o código HASH11 na próxima segunda-feira (26) após adiamento – antes, a previsão de listagem era na última quinta-feira (22).



Um dos motivos da mudança seria a inclusão do Banco do Brasil entre os coordenadores da oferta. O banco público é o primeiro do mundo a coordenar – e, futuramente, comercializar – um ETF de criptomoedas.

Além do BB, coordenam a emissão do ETF o BTG Pactual, que já lançou um fundo de Bitcoin, o Genial e ao Itaú BBA, que oferecerá o produto aos clientes Personalité.

ETF atrai pessoas físicas no Brasil

Embora o Bitcoin venha atraindo interesse de instituições no Brasil e no mundo, o ETF de criptomoedas do país tem ganhado tração principalmente entre pessoas físicas – ao menos num primeiro momento.

No período de subscrição de cotas, mais de 80% das reservas foram realizadas por investidores individuais, segundo um levantamento do Valor.

Além disso, ainda segundo a publicação, o ETF da Hashdex já deverá chegar à B3 como o quinto maior fundo negociado em bolsa, entre os de renda variável. Ele ficaria somente atrás do IVVB11, BOVA11, SMAL11 e XINA11, todos ligados ao mercado de ações.

Já o HASH11 acompanha o Nasdaq Crypto Index (NCI), mesmo índice utilizado pelos fundos já comercializados pela Hashdex. O NCI espelha o rendimeno de uma cesta de criptoativos com diferentes pesos, o maior deles no Bitcoin (BTC).

Além disso, compõem a cesta Ethereum (ETH), Stellar (XLM), Litecoin (LTC), Bitcoin Cash (BCH) e Chainlink (LINK). Segundo a gestora e Nasdaq, os tokens são selecionados segundo disponibilidade em exchanges, aceitação por custodiantes institucionais, participação de pelo menos 0,5% do mercado e preço flutuante.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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