Exchange Bitso recebe investimento de R$317 milhões para entrar no mercado brasileiro

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EM RESUMO
  • A plataforma de criptomoedas Bitso começa a operar no mercado brasileiro

  • Bitso é considerada a maior exchange da Argentina e México

  • Com investimento de R$ 317 milhões, a empresa pretende agora repetir o bom desempenho no Brasil

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Uma das maiores plataformas de criptomoedas da América Latina, a Bitso acaba de receber um aporte milionário para expandir suas atividades no Brasil.

Apesar de ser pouco conhecida no Brasil, a Bitso domina as negociações de criptomoedas em outros países da América Latina. Desde o dia 2 de dezembro, a plataforma começou a operar também em solo brasileiro. 



A expansão para o Brasil foi possível graças ao investimento de US$ 62 milhões (cerca de 317 milhões de reais). Os fundos QED Investors e Kaszeck Ventures foram os responsáveis por desembolsar o capital.

É a primeira vez que ambos os fundos investem em uma plataforma focada em oferecer serviços de criptomoedas.

Anteriormente, a QED Investors e Kaszeck Ventures já apoiaram projetos que dominaram o mercado brasileiro. Como por exemplo o NuBank, maior banco digital do país. Além disso, já financiaram também startups como Creditas, QuintoAndar e Kavak. 

A plataforma começa a operar no Brasil através da Bitso Alpha, serviço de negociações de criptomoedas. Nela, os usuários poderão comprar e vender Bitcoin, Ether, XRP, Litecoin e diversas stablecoins

A Bitso também possui um aplicativo móvel de pagamentos com criptomoedas, que provavelmente terá sua versão brasileira lançada em 2021.

Domínio da Bitso na América Latina 

A Bitso pode ser uma concorrente de peso para as exchanges do país, principalmente quando observamos o domínio que a plataforma passou a exercer nos países vizinhos.

Na Argentina, a Bitso começou a operar em fevereiro de 2020. Dez meses depois, já domina 77% do mercado de criptomoedas no país, se tornando a exchange mais utilizada entre os argentinos.

A sua maior força, no entanto, está no México. Lá ela foi fundada em 2014 e é considerada a primeira exchange de criptomoedas do país.

Ao que tudo indica, a Bitso quer repetir o bom desempenho aqui no Brasil, conforme entrevista à Veja. O CEO da Bitso, Daniel Vogel, afirma que em cinco anos o Brasil pode estar no topo dos países da região no ramo de criptomoedas.

“O país possui a maior economia por ter a maior população. Mas alguns outros países da região têm economias em criptomoedas maiores que ele.”

Divulgação/Bitso

Ripple e Coinbase já apoiaram expansão da Bitso

Como já noticiado pelo BeInCrypto, a Bitso planejava desde o ano passado a sua expansão na América Latina, começando pela Argentina e agora, Brasil.

Em outubro de 2019, a plataforma foi financiada pela Ripple e Coinbase, em uma rodada de investimentos cujo valor não foi informado. 

A sua entrada no Brasil é promissora. No entanto, com exchanges nacionais já consolidadas no mercado que possuem uma base fiel de clientes, a Bitso precisa se esforçar para ganhar a confiança do trader brasileiro. Sem dúvidas, R$ 317 milhões no bolso já é um bom começo.

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Saori Honorato é jornalista e para o BeInCrypto escreve sobre os principais acontecimentos do universo das criptomoedas.

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