Festa na bolsa: Ibovespa fecha sétima semana de alta com “ganhos de Bitcoin”

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EM RESUMO
  • Ibovespa tem melhor resultado em mais de três anos.

  • Dólar recua após abrir semana em alta.

  • Bitcoin tem melhor semana da história.

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Ibovespa tem melhor resultado em mais de três anos e acumula valorização comparável à de criptomoedas enquanto dólar sobe e BTC bate recorde.



Traders da bolsa estão em festa por mais um fechamento. Seguindo o ânimo no exterior, o Ibovespa encerrou em alta pela sétima semana seguida. Dessa maneira, o índice acionário brasileiro marca subida constante desde o começo de novembro e já mira nos 120.000 pontos antes do fim do ano.

Os ganhos são tantos que chegam a ser comparados com os do Bitcoin – ao menos no rali que aconteceu na última semana. O BTC, como se sabe, sobe bem mais no mesmo período de sete semana, especialmente após a disparada da quarta-feira (16).



O real também não ficou para trás, embora não tenha tido seu melhor resultado das últimas semana. Por ora, parece que a resistência na região logo acima dos R$ 5 ainda é grande. Veja, a seguir, o fechamento de preços para o Ibovespa, o real/dólar e o Bitcoin.

Ibovespa dispara 26% e sobe pela sétima semana seguida, para XXXX

O Ibovespa fechou mais uma semana em alta seguindo o humor externo após mais estímulos econômicos, especialmente nos EUA. Além disso, o início da vacinação pelo mundo dá ânimo ao investidor, que volta a comprar na expectativa de retomada econômica.

O impacto no Brasil foi positivo ao ponto do Ibovespa chegar a tocar nos 119.000 pontos. O índice então perdeu um pouco o patamar, mas ainda assim fechou em alta considerável, pouco abaixo dos 118.000 pontos. Com a sétima semana de ganhos, o IBOV fecha a maior sequência positiva desde setembro de 2017. A alta acumulada alcança os 26%.

Segundo a Reuters, estrategistas do Itaú BBA disseram a clientes que os resultados criam “perspectivas melhores para 2021”, entre outros motivos, pelo “processo de vacinação no mundo”.

Além disso, analistas da Ágora Investimentos dizem que a superação dos 119.500 pontos pode abrir caminho para um rali de curto prazo. Nesse cenário, seria possível esperar o patamar de 24.000 pontos no horizonte.

Dólar cai e vai a R$ 5,09após abrir a semana em alta

O real também teve um bom desempenho na semana. O resultado é bom principalmente se comparado à segunda (14), quando a moeda americana fechou em R$ 5,12. O pregão desta sexta-feira (18) fechou com o dólar a R$ 5,09.

O câmbio também acompanha o otimismo lá fora e sente o reflexo positivo da entrada de dólares no país. Quando investidores querem comprar ações na B3, afinal, precisam vender dólar e comprar reais, fortalecendo a moeda brasileira.

O resultado da semana foi menor do que na sexta-feira passada, quando o dólar bateu R$ 5,04. Ainda assim, analistas projetam resultados mais positivos se formando para o ano que vem.

Em relatório, o Itaú destaca que o cenário para 2021 é “mais benigno”. Com projeção do PIB em 4%, a expectativa, segundo os analistas, é que o dólar chegue a ser negociado no patamar de R$ 4,75. O banco ressalta, no entanto, que a previsão se baseia no cumprimento do teto de gastos.

Bitcoin segue volátil na região entre US$ 22.200 e US$ 23.200

O Bitcoin teve sua melhor semana da história. A criptomoeda enfim rompeu a marca de US$ 20.000 na quarta-feira. No entanto, não parou por aí: seguiu em disparada e chegou a tocar nos US$ 23.500.

Desde então, alguns traders aproveitaram a volatilidade para lucrar. Enquanto isso, baleias também não deixaram passar a oportunidade para realizar lucro bilionário – e arrastando sardinhas no meio do caminho.

Nesta sexta-feira, o BTC é negociado na região que vai dos cerca de US$ 22.400 a US$ 23.200, segundo o Coingecko. Por volta das 17h30, a criptomoeda rondava os US$ 22.700. Já no Brasil, o preço já supera os R$ 116.000 mesmo com o dólar em baixa, segundo o Cointrader Monitor.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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