Festival premiará criação de games com criptomoedas

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Iniciativa da “Universidade Aberta à Imaginação, à Fantasia e às Artes da Invenção” (UAIFAI/Cidade do Conhecimento/USP) e do Instituto de Economia.

O empreendedorismo social inspirado pelos desafios da economia criativa com foco em games para mudar o mundo constitui o núcleo da proposta do VIII Festival Games for Change América Latina, totalmente online em sua oitava edição. A premiação será em criptomoedas como Wibx e Moeda da Paz. O Festival integra o projeto de uma nova rede social, a “UAIFAI – Universidade Aberta à Imaginação, Fantasia e Artes da Invenção”, criada pelo grupo de pesquisa “Cidade do Conhecimento” do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP.

A plataforma de monetização lúdica iniciativas de impacto global em parceria com a ONU como a campanha “Educação para a Justiça” (patrocinada pela “United Nations Office on Drugs and Crime” – UNODC).

A rede de apoio acadêmico a essa agenda extensionista inclui vários grupos e núcleos de pesquisa na USP (DIVERSITAS-FFLCH, NUTAU-FAU, PGT-FEA, CEST-POLI, IEB, Museu Paulista e Instituto de Estudos Avançados) e em outros países, destacando-se a Media Design Hochschule (MD.H) de Berlim, o King´s Colege de Londres, a Universidade de Coventry e a Universidade de Warwick (Projeto CAPES PRINT USP 2019-2020) com foco no empreendedorismo transformador e no uso de games, mídias imersivas e modelos inovadores na economia criativa.



Projetos nas Pró-Reitorias de Graduação, Pós-Graduação e Cultura e Extensão estão alinhados com essa mesma perspectiva: colocar a cultura, as artes e as comunicações na perspectiva do desenvolvimento sustentável, da criatividade e da diversidade.

Jogar pela transformação sustentável

A plataforma coloca o foco na “economia criativa”, conceito disseminado a partir das experiências inglesas no campo da economia da cultura, das artes e dos serviços com forte intensidade de capital humano, criatividade e experiências voltadas à diversidade, direitos humanos, tolerância e cultura de paz. E o faz colocando a criação de jogos analógicos e “games” como principal vetor da mobilização de crianças e jovens para a mudança social.

Público-Alvo

Crianças e adolescentes em territórios de vulnerabilidade social e fragilidade na infra-estrutura de apoio às artes e à produção cultural na cidade de São Paulo e em outras localidades, no Brasil e no exterior, em rede com parceiros no extensionismo universitário, no terceiro setor, no setor privado e em políticas públicas de fomento ao empreendedorismo no campo da economia criativa e dos direitos humanos.

Redes locais

Destacamos experiências como a produção de “Purposyum, Desafios da Justiça”, um jogo não-digital com alunos da Escola Técnica (ETEC) “Parque da Juventude”, em São Paulo (iniciada em 2018 com a premiação do projeto pela UNODC). Em 2020, a Reitoria da USP distribui 5 mil exemplares do jogo para estimular novas práticas pedagógicas alinhadas à campanha mundial “Educação para a Justiça”.

Em parceria com a rede Games for Change, a mobilização envolve parceiros nos EUA, Canadá, Alemanha, Áustria e Inglaterra além da América Latina.
O Festival Games for Change América Latina será totalmente online em 2020 com game jams, playtestes, mini-cursos, espaços terapêuticos, festas e shows ao vivo culminando no “Pitch for Change”, uma etapa final, competitiva, com premiações definidas a partir do voto popular e de um Júri Especializado.

Objetivos específicos

  • fomentar o extensionismo universitário com foco em criatividade, produção cultural e artística e “artes da invenção”, definidas como uma metodologia inter- ou transdisciplinar (transmidiática), combinando dimensões físicas e digitais (“phygital”),
  • aliar numa perspectiva de transformação real dos territórios e das vidas de crianças e jovens o empreendedorismo que seja não apenas tecnológico e inovador, mas sobretudo marcado pela promoção da diversidade cultural, da cultura de paz e tolerância e da superação dos comportamentos e discursos de ódio, racismo, preconceitos de gênero e insensibilidade ambiental,
  • integrar a USP a uma rede inédita de parceiros com foco em infância e juventude, letramento/alfabetização/educomunicação digital, educação para a justiça e inovação no campo das políticas públicas de fomento às artes, à cultura e à produção de identidades locais integradas ao desenvolvimento sustentável,
  • focalizar a criação de jogos analógicos e digitais (“games” e experiências lúdicas transmidiáticas) como instrumentos de fomento à criatividade, à fantasia e às artes da invenção cobrindo um arco pedagógico que vai dos jogos teatrais à inovação digital no campo economia criativa,
  • fortalecer a convergência de redes globais e iniciativas locais ancoradas em universidades, organizações não-governamentais, instituições educacionais, agentes públicos no campo da infância e da adolescência, instituições culturais (museus, bibliotecas e parques)
  • fortalecer a dimensão das comunicações sociais, das artes e da cultura como fundamental à realização dos mais elevados ideais da instituição universitária, em especial na USP, disseminando por meio do protagonismo infanto-juvenil a essencialidade da fantasia, da imaginação e da invenção como dimensões da própria pesquisa científica e do desenvolvimento tecnológico humanista e sustentável
  • promover a capacitação de crianças e jovens para carreiras no campo da economia criativa, mídias imersivas, gamificação e uso criativo de tecnologias de informação e comunicação em favor dos objetivos de desenvolvimento sustentável.
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