Fim de Ano Sem Bitcoin: Investidores Planejam Sacar 100% de Saldo Para Testar Exchanges

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EM RESUMO
  • Clientes de empresas brasileiras organizam saques em grupo para saber quais plataformas são insolventes.

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O final de ano pode ser sem Bitcoin. De acordo com uma publicação no Facebook, investidores de criptomoedas devem testar a liquidez de exchanges e corretoras que atuam no Brasil. A estratégia busca mostrar quais empresas conseguem cumprir com os pedidos em massa de saques de Bitcoin.



O ano de 2019 termina como um período de pouca confiança para o mercado de criptomoedas em geral. Várias plataformas quebraram e o saldo pode ser considerado negativo para todo o mercado no Brasil de Bitcoin. O final do ano coleciona histórias de milhares de investidores que não sabem quando devem receber suas criptomoedas de volta.

Esse é um dos motivos por trás da organização de investidores que pretendem sacar saldos em exchanges brasileiras antes do final do ano. Dessa forma, as plataformas seriam testadas ao demonstrar se seriam capazes ou não de atender aos múltiplos pedidos de saques.



Saldo em Bitcoin será sacado no final do ano de 2019

Investidores brasileiros organizam um movimento para testar a liquidez de várias empresas do mercado de criptomoedas. Uma publicação no Facebook atesta sobre o negócio que acontecerá ainda no final deste ano de 2019.

A ideia é sacar todo o saldo que investidores possuem em corretoras de criptomoedas. O pedido de saque de vários usuários permitirá a demonstração de plataformas que podem ser consideradas “insolventes”.

Em tese, as empresas deveriam ter o saldo do cliente em conta para atender ao pedido de saque dentro do limite estabelecido por cada plataforma. Ou seja, o Bitcoin e outras criptomoedas devem estar prontas para serem devolvidas aos seus donos.

Como algumas empresas possuem prazos que podem ultrapassar três dias úteis, os pedidos de saques podem demorar algum tempo até a finalização do pedido.

Cadê o meu Bitcoin?

A publicação sobre o saque de criptomoedas aconteceu no Grupo Bitcoin Brasil que conta com mais de 65 mil pessoas. Um dos usuários comenta sobre a publicação sobre a retirada de Bitcoin de corretoras de criptomoedas dizendo que “exchange não é carteira”.

Essa expressão serviria como consolo para tantos clientes sem perspectiva de quando recebem seus investimentos de volta. Grandes empresas possuem pedidos de saques em atraso que não encontram solução desde maio de 2019.

Plataformas com mais de 15 mil unidades de Bitcoin (BTC) apresentaram problemas com pedidos de saques, mesmo após fazer propaganda até na Rede Globo. Diante de um mundo de incertezas, clientes temem pela custódia de seus investimentos em Bitcoin.

E parece que não somente empresas brasileiras devem ser atingidas com o movimento de saque até o final do ano. Em algumas publicações usuários das redes sociais citam até a Binance. No entanto, dificilmente a parcela de clientes brasileiros afetaria a exchange, considerada uma das maiores de todo o mundo.

Ainda na publicação do Facebook, usuários suscitam que metade das corretoras de criptomoedas do Brasil são insolventes. Portanto, essas empresas não teriam saldo suficiente para honrar com compromissos relacionados ao Bitcoin.

O que você acha da organização do pedido de saques de Bitcoin até o fim de ano? Comente sobre a notícia e compartilhe com os amigos no Facebook.

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Jornalista apaixonado pelo universo das criptomoedas e seu enorme impacto na sociedade. Conheceu o Bitcoin em 2013 sem saber que a criptomoeda tomaria conta de sua vida anos mais tarde. Já trabalhou em outros portais de notícias sobre criptomoedas, sendo que atualmente é um dos colaboradores do BeInCrypto.

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