Genbit, Sisbajud, Ripple e uma exchange acusada de “torpeza” são destaques da semana

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EM RESUMO
  • Cliente ganha causa contra Genbit

  • Mineração de cripto gratuita e fácil para investidores

  • Ripple vem lutando para criar novas altas

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A Genbit voltou a ser destaque no cenário brasileiro de criptomoedas na última semana. A empresa acusada de operar uma pirâmide financeira teve um novo revés na Justiça e uma vítima saiu ganhando.



Segundo especialistas, o novo sistema de bloqueios judiciais Sisbajud pode ajudar que casos positivos como esse sejam mais frequentes.

Também nos últimos dias, houve aumento nas buscas por serviços de mineração na nuvem. Já a Ripple, principal assunto da semana anterior, voltou a ganhar apelo entre os investidores mesmo com preço em baixa. Veja os temas que mais chamaram a atenção dos leitores.



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Ex-cliente da Genbit consegue recuperar dinheiro na Justiça

Um caso envolvendo uma das vítimas da Genbit teve um desfecho positivo na semana passada. Um investidor que havia colocado mais de R$ 100 no negócio conseguiu, enfim, reaver o dinheiro. O advogado D.N.N. obteve os R$ 83.547 não sacados por meio de três bloqueios bancários realizados em sede de tutela de urgência.

Ao BeInCrypto, ele contou que sentia “sensação de alívio, de justiça sendo feita”. Segundo ele, o dinheiro será usado principalmente para pagar dívidas que teria feito por conta da Genbit. O resto, disse ele, será usado para algum investimento seguro, pois agora vai “fugir de falsas promessas de ganho fácil”.

Mineração na Nuvem (Cloud Mining)

Cloud Mining, ou Mineração na Nuvem, foi outro assunto que chamou atenção nos últimos dias. O termo se refere à mineração de criptomoedas por meio de um datacenter remoto. Normalmente, a tecnologia é vista como uma maneira mais acessível de minerar, já que não é preciso ter todo o aparato de hardware disponível individualmente. Em vez disso, é possível compartilhar um equipamento poderoso com outros pessoas. Por esse motivo, muitos que desejam entrar no mercado acabam buscando pelas melhores alternativas.

Ripple (XRP) em dificuldades, mas nada está perdido

Após uma semana promissora, a Ripple (XRP) apresentou queda de preço e voltou a chamar atenção dos usuários. Embora, dessa vez, negativamente. Uma análise recente de Valdrin Tahiri mostra que a criptomoeda segue uma tendência de resistências descendentes. Desse modo, o ativo estaria, àquela altura, buscando um patamar próximo de 3.200 satoshis.

Ainda assim, o analista sugere que, a partir daí, o XRP pode romper acima da linha de resistência. Desde então, a moeda de fato apresenta leve subida. De 2335 já pulou para 2358 satoshis nas 24 horas desde que a análise foi publicada.

Sisbajud pode ajudar vítimas de pirâmides, incluindo Genbit

O Sisbajud poderá ajudar vítimas de pirâmides financeiras. Especialistas ouvidos pelo BeInCrypto consideram que o novo sistema de bloqueios judiciais será um aliado para buscar fundos em fintechs de maneira mais ágil. A celeridade da Justiça é chave para conseguir atingir bens de devedores, principalmente no caso de esquemas financeiros. Desse modo, a novidade pode representar um avanço no atendimento de tutelas de urgência.

O sistema pode ser ainda mais útil se, no futuro, puder bloquear também Bitcoin. No entanto, ao menos uma corretora que atua no Brasil considera que ainda há um longo caminho regulatório pela frente. Ele incluiria, por exemplo, a inclusão de exchanges sob o guarda-chuva do Banco Central.

Exchange brasileira vai acionar CNJ por decisão de desembargadores

Uma ação da exchange CoinBR contra o banco Sicredi teve um novo capítulo na semana passada. O processo de corre dede 2017 teve uma nova decisão desfavorável à corretora, que reclamava do fechamento unilateral da conta bancária. O problema, no entanto, foi menos o teor da decisão, e mais a linguagem.

Ao argumentar contra a exchange, os desembargadores da 15ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo disseram que a empresa estava “desdenhando da capacidade de compreensão” dos magistrados. Além disso, apontaram que a corretora teria agido com “torpeza” na abertura de conta. A advogada garante que levará o caso ao CNJ.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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