• Ação na crise joga gasolina no fogo da adoção do Bitcoin, diz Fidelity
  • Em relatório, empresa elogia volatilidade e escassez da criptomoeda
  • Firma selou parceria com Hashdex e custodiar fundos de Bitcoin no Brasil

A famosa empresa de investimentos americana Fidelity publicou um estudo que avalia o estado atual do Bitcoin. Para a empresa existem seis fatores que impulsionam a criptomoeda. Entre eles, a ação dos governos.

O estudo, divulgado na última quinta-feira (29), traça um panorama do Bitcoin e avalia o que falta para a criptomoeda se tornar uma reserva de valor como qualquer outra.

Muitos investidores já consideram o Bitcoin uma reserva aspiracional de valor por compartilhar algumas propriedades com o ouro, por exemplo. No entanto, muitos ainda não encaram o ativo dessa maneira.

A Fidelity afirma que a ação de governos durante a crise tem papel importante no crescimento do Bitcoin. O relatório menciona especificamente a política expansionista e os baixos juros. Para os analistas, esses elementos “jogam gasolina” no Bitcoin.

As consequências desconhecidas das baixas taxas de juros, níveis sem precedentes de estímulo monetário e fiscal global e desglobalização estão adicionando gasolina ao fogo da conscientização e adoção.

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Volatilidade e escassez do Bitcoin

Para a Fidelity, a volatilidade do Bitcoin é criticada, mas ao mesmo tempo é uma vantagem comparativa.

O lado positivo da volatilidade do bitcoin, pelo menos nos primeiros dias, é que é um catalisador que atrai atenção, desenvolvimento e inovação.

Entretanto, a escassez parece ser o principal trunfo da criptomoeda, na visão dos analistas da firma. Essencial em toda reserva de valor, a característica serve para proteger o ativo de depreciação longo prazo.

A Fidelity elogia principalmente a inovação tecnológica que permite a um ativo digital imitar a escassez de um metal valioso. Combinado isso à alta liquidez, o BTC acaba se beneficiando.

John Vincent, Wakem Capital Management, disse à Fidelity que é fácil de intuir o efeito do dólar no Bitcoin.

Você não precisa ter doutorado para entender que o número de dólares recém dobrou, enquanto o suprimento de BTC foi cortado pela metade.

Fidelity no Brasil

Também ontem, a Fidelity reforçou sua presença na América Latina. O braço de investimentos digitais Fidelity Digital Assets vai custodiar fundos de Bitcoin. A oferta será realizada em parceria com a Hashdex, que já opera fundos em criptomoedas no Brasil.

Paulo Alves Jornalista

Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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