Guerra Monetária em um Mundo Pandêmico: Como as Criptomoedas Podem Vencer o Dólar

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EM RESUMO
  • Dólar, Iene e Franco-Suíço são as moedas mais fortes nesse início de pós pandemia.

  • EUA buscam gerar crescimento por meio da expanção monetária.

  • Bitcoin pode acabar com a hegemonia norte americana.

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Com o início da pandemia do Covid-19 (coronavírus) o mundo se viu em uma guerra contra um inimigo invisível e precisou lutar para tentar conter o avanço das contaminações e mortes. Ao mesmo tempo, as moedas fiduciárias começaram uma batalha para se estabelecerem como a moeda mais forte.



O dólar, franco-suíço e iene se destacaram sobre as outras moedas, principalmente sobre as moedas de países emergentes. A demanda por essas moedas foi tanta que os bancos centrais tiveram que fazer novas emissões sem precedentes na história e de forma muito mais rápida.

Com a lenta volta da economia e reabertura dos países, podemos dizer que tanto o dólar, o franco-suíço e o iene são as moedas “vencedoras”, porém, para que essas moedas ganhem, outras 177 precisam perder.



Ao se comprar uma moeda, você necessariamente precisa vender a outra. E em momentos de crise, as três moedas mais fortes tiveram muita procura, o que acabou fortalecendo ainda mais a posição delas.

E o real lidera essa lista de perdedores.

A dominância da moeda americana

Uma moeda forte é também uma vantagem geopolítica importante. Por isso, vários presidentes dos Estados Unidos já afirmaram que é do interesse do país ter uma moeda forte.

Aliado a uma estratégia para fortalecer sua moeda fiduciária, os Estados Unidos, diferentemente dos outros dois países, é o único que possui um exército, o maior exército do mundo. E o país busca gerar crescimento por meio da expansão monetária.

Essa guerra para se tornar a moeda com o maior valor acabou gerando um fluxo cambial com uma velocidade e intensidade enorme.

O bitcoin pode desequilibrar essa balança

Criado com o objetivo de servir como uma opção de moeda para essa tentativa dos bancos centrais em gerar crescimento por meio da expansão monetária, o bitcoin “quebra” o ciclo de ganha-perda, onde a derrota de uma moeda é a vitória da moeda do seu competidor.

Essa vantagem competitiva chamou a atenção de alguns países, entre eles, Suíça e o Japão.

Ao contrário deles, os Estados Unidos não tem se mostrado muito interessado no uso ou até mesmo no sucesso do bitcoin. O que é fácil de entender, já que tendo um parque fabril gigante e o maior exército do mundo, eu também não gostaria de perder o meu poderio monetário.

Há quem diga que o bitcoin é um fantasma batendo na porta dos Estados Unidos e assombrando a soberania do país. E pode ser que essa pandemia que está acontecendo agora ajude a reescrever as nossas relações com o dinheiro e aumentar ainda mais o poder da criptomoeda.

Alexandre Vasarhelyi, sócio da BLP Gestora, acredita que, no mundo pós pandêmico, os países e pessoas vão tentar diminuir a sua dependência do dólar americano.

E o fato do bitcoin ser uma moeda privada, que possui a inflação controlada, decrescente e conhecida e que não é passiva de nenhum banco central, faz com que ele possua uma vantagem enorme.

Além disso, no momento em que estamos vivendo agora, onde as nossas relações de trabalho sofreram grandes mudanças, com a adoção em massa do trabalho remoto e o aumento de micro empreendedores, o ativo digital conversa muito mulher com essa nova realidade do que a moeda antiga.

Nesse momento não podemos mais ficar presos a moedas de papel, esperando por dias até que uma transferência seja feita. E o crescente interesse pelas moedas virtuais, principalmente o bitcoin, é uma prova disso.

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Mercadóloga, mestra em estratégia e estudiosa do mercado financeiro. Entusiasta do Bitcoin, começou a escrever sobre criptomoedas em 2017 e nunca mais parou. Atualmente é colaboradora do portal BeInCrypto.

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