Hacks em projetos DeFi já somam R$ 1,5 bilhão em prejuízo a investidores

Compartilhar Artigo
EM RESUMO
  • A Messari calculou a soma das perdas feitas pelos principais hacks desde 2019.

  • O montante equivale a cerca de 0,3% do valor investidor no setor DeFi.

  • Os protocolos de seguro estão servindo como proteção contra hacks.

  • promo

    Participe da nossa comunidade gratuita no Telegram e obtenha sinais de trade e análises de criptomoedas todos os dias!

The Trust Project é um consórcio internacional de veículos de notícias que criam padrões de transparência.

A plataforma de dados Messari calculou que mais de US$ 284 milhões, aproximadamente R$ 1,5 bilhão na cotação desta quinta-feira (29), já foram roubados por hackers em ataques a projetos de finanças descentralizadas (DeFi).

Patrocinados



Patrocinados

A Messari revelou que mais de US$ 284 milhões em hacks em DeFi realizados desde 2019 foram perdidos. A plataforma tuitou a respeito do cálculo, fornecendo detalhes sobre os hacks. O relatório também destacou que o mercado de seguros DeFi cobriu apenas uma fração dessas perdas, enfatizando a necessidade de crescimento desse setor.

Perigos envolvendo DeFi

Os ataques chegam a cerca de 0,3% do valor total bloqueado (TVL) em protocolos DeFi, que atualmente está em US$ 117,6 bilhões. No número total, porém, pode ser muito maior.

Patrocinados



Patrocinados

Vários ataques hacks ocorreram desde que o setor DeFi começou a ganhar força. Muitos deles foram devido a falhas na programação dos contratos inteligentes. Os mais notáveis deles foram os hacks Alpha, Cream Finance, bZx e Compound. Mais recentemente, o EasyFi foi hackeado em US$ 6 milhões.

Por valor, um dos maiores hacks aconteceu com a BzX, que sofreu vários ataques – um dos quais foi de US$ 8 milhões. Outro incidente notável foi quando um hacker roubou US$ 25 milhões da dForce, explorando a mesma vulnerabilidade que foi usada no hack 2016 da DAO.

Mas o mais notável de todos eles ocorrido recentemente foi o Uranium, ocorrido na Binance Smart Chain, dos quais foram roubados a incrível quantidade de  US$ 50 milhões. O hack ocorreu enquanto uma atualização mais recente estava sendo implementada. O invasor, no entanto, estaria tendo problemas para sacar os fundos, a maioria dos quais está em BNB e BUSD.

Esses incidentes geraram algumas dúvidas no mercado sobre DeFi, mas não foram capazes de interromper o seu crescimento. O número crescente de hacks levou ao aumento de protocolos com ênfase em auditoria. No entanto, a cobertura de seguro surgiu como uma camada adicional de segurança para os investidores.

Seguro descentralizado em alta

A Messari sugere que pode ser o momento certo para os protocolos de seguro que, com certeza, já estão tendo um alto crescimento. Um dos projetos são a Nexus Mutual e Etherisc, entre muitos outros. A próprio Nexus Mutual já foi sujeita a um hack de US$ 8 milhões.

Esses protocolos agrupam fundos que cobrem as perdas de investidores caso ocorra um incidente. Eles tem ganhado força desde o final de 2020, mas não ao ponto de serem dominantes no mercado.

Um dos motivos seria que os projetos agora estão tendo mais garantias contra ataques hacks. Mas como este segmento de criptomoedas é muito recente, talvez ainda existam maneiras de explorar os contratos inteligentes no futuro.

Certamente os investidores ficariam mais tranquilos com esses seguros, sendo que a adoção do DeFi só está aumento. O TVL do setor tem crescido fortemente, apesar do ótimo ano que as finanças descentralizadas tiveram em 2020.

Vários protocolos, incluindo redes escaláveis e protocolos de empréstimo P2P, estão oferecendo suporte a uma nova onda de DApps. Nesse ambiente, o seguro descentralizado pode ser algo muito valioso.

Isenção de responsabilidade

Todas as informações contidas em nosso site são publicadas de boa fé e apenas para fins de informação geral. Qualquer ação que o leitor tome com base nas informações contidas em nosso site é por sua própria conta e risco.
Patrocinados
Share Article

TÓPICOS RELACIONADOS

Rahul Nambiampurath é um trader da Índia que foi atraído pelo Bitcoin e pela blockchain em 2014. Desde então, ele é um membro ativo da comunidade. Ele tem mestrado em finanças.

SEGUIR O AUTOR

Sinais de mercado, estudos e análises! Entre hoje no nosso Telegram!

Entrar agora

Sinais de mercado, estudos e análises! Entre hoje no nosso Telegram!

Entrar agora

Sinais de mercado, estudos e análises! Entre hoje no nosso Telegram!

Entrar agora