Homem Faz Depósito Para Empresa de Bitcoin Sem Saber que Polícia Acabou com Esquema

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EM RESUMO
  • Cliente pede devolução de dinheiro de plataforma de trading de criptomoedas.

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Pior que entrar em esquema fraudulento envolvendo o Bitcoin é participar de negócio que terminou com a Polícia Federal. Um investidor nada sortudo entrou em uma empresa depois que as autoridades deram fim a plataforma.



Por falta de aviso e ou descuido, um homem enviou dinheiro para a empresa Trader Group. No entanto, a remessa foi enviada logo após a plataforma ser encerrada com a Operação Madoff. O cliente sem saber da operação policial pede aquilo investido de volta que seria aplicado na plataforma de Trading de Bitcoin.

Homem enviou dinheiro para empresa de Bitcoin

A Trader Group é uma empresa de trading de criptomoedas como o Bitcoin. Desse modo, a plataforma oferecia lucros para os investidores até a Operação Madoff ser deflagrada ainda no primeiro semestre de 2019.



O problema está no tempo em que o investidor da plataforma enviou dinheiro para o negócio. Com o bloqueio do valor pela polícia, o cliente da Trader Group pede que o depósito seja devolvido.

Como prova, o cliente alega que enviou a quantia sem saber que a Trader Group estava impedida de operar a compra e venda de Bitcoin. Ou seja, o homem praticamente agiu sem o conhecimento do que a polícia fez.

Pelo menos é isso que conta o processo que chegou até o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF – 2). O pedido de devolução menciona o depósito realizado após o término das atividades da Trader Group, no dia 15 de maio de 2019.

“Afinal, a partir deste específico momento, a captação de recursos de terceiros estava suspensa, o que significa que a TED realizada, juridicamente, não poderia ser aceita pelo destinatário.”

Lucro de Bitcoin e de criptomoeda própria

O documento sobre o caso ainda explica como era dividido o lucro com operações com o Bitcoin e com a criptomoeda própria da plataforma, o TGPAR. Em algumas ocasiões o cliente recebia até 70% dos lucros enquanto que a outra parte pertencia a Trader Group.

A plataforma também apresentava uma modalidade de lucro atrelada ao “Risco BTC”. Ou seja, os clientes com investimentos ganhavam mediante grandes variações no preço do Bitcoin ao longo do mês.

“O contrato deixa claro tratar-se de investimento individual – já que carteira é própria do contratante, sendo que as operações de negociação de criptomoedas são efetivadas individualmente em prol do contratante.”

No caso do investidor que pede a devolução de dinheiro o TRF – 2 entendeu que a quantia solicitada pode estar bloqueada em contas de terceiros. Sendo assim, a devolução deve aguardar por uma análise cautelar das movimentações de dinheiro de pessoas ligadas a Trader Group.

A Trader Group viu suas atividades chegarem ao fim com a Operação Madoff deflagrada no fim de maio. Sendo assim, com atividades concentradas no Espírito Santo, naquela altura os policiais também cumpriram mandados de busca e aprensão no Mato Grosso do Sul e no Acre.

A promessa levava a mesma receita de outros esquemas com atividades suspeitas: alta lucratividade com criptomoedas. No caso da Trader Group a promessa era de retornos de até 20% em um único mês para investimentos em Bitcoin.

Já ouviu falar de clientes do Trader Group? Comente sobre o cliente que pede seu dinheiro de volta e compartilhe esta notícia no Facebook.

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Lucas é formado em administração com foco em empresas. Iniciou sua carreira como analista de investimentos para bancos focados no segmento. Após adquirir experiência, em 2015 fundou sua própria startup, focada em gerar tecnologias de segurança para transações financeiras. Concomitantemente, desenvolve seu trabalho e conhecimento financeiro atuando no BeInCrypto, através de análises do setor financeiro de criptomoedas e novas avaliações de novas tecnologias Blockchain pelo mundo.

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