O IBOV abre o mês de julho com leve alta. Porém, investidores brasileiros estão cautelosos, após dias difíceis no exterior. Durante a semana, sentimento foi misto. Crescimento segue lento. Cenário interno continua o mesmo.

O IBOV é o índice que mede o desempenho das principais ações da B3 Bovespa. Na tomada da semana, o índice apresentou crescimento, em relação ao valor final de junho.

Porém, o crescimento do IBOV não aconteceu da forma como os investidores mais otimistas esperavam. O cenário externo, indefinido em relação ao COVID-19, contribuiu para o sentimento misto do mercado.

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IBOV abre julho positivo, com cautela do mercado

IBOV fecha a semana cotado a 96.761 pontos, numa alta de 3.11%, quando considerado no período de 5 dias.

Dessa forma, o IBOV abriu a semana, no dia 29 de junho, cotado a 93.834 pontos. Logo de início, o índice começou a subir, fechando a segunda-feira nos 95.735 pontos. Durante a semana, o índice oscilou, mas não houve grandes mudanças. A cotação sempre ficou em torno dos 94.000 aos 96.000 pontos.

Na sexta-feira, a valorização do IBOV é de 0,55%, o que simboliza uma semana de crescimento fraco, limitado pelos fatores internacionais.

Ao menos, a boa notícia, para os investidores, é a de que o ambiente interno segue estável há algumas semanas. Embora alguns índices apontem para a fraqueza da economia brasileira, neste momento de crise, o Brasil não vive dramas políticos, no momento.

Assim, aparentemente, os Três Poderes resolveram pacificar a situação conflituosa dos meses anteriores, o que ajuda na confiança dos investidores no mercado nacional.

As ações de destaque, na sexta-feira, foram:

  • VVAR3: R$ 15,39 (-3,75%)
  • IRBR3: R$ 8,96 (-12,24%)
  • FNOR11: R$ 0,22 (+4,76%)
  • LAME4: R$ 31,20 (-4,27%)
  • AZUL4: R$ 20,76 (+0,44%)

Finalmente, vale ressaltar o desempenho da Azul, que vendeu a sua participação na TAP, companhia aeréa portuguesa. Contudo, apesar da queda momentânea no preço das ações, o valor se recuperou rapidamente.

Segunda onda do COVID-19 preocupa no exterior

Entre os investidores mais otimistas, havia a expectativa de que o IBOV pudesse ultrapassar a casa dos 100.000 pontos, durante a semana. Porém, não houve grandes eventos capazes de impulsionar o índice para cima.

Pelo contrário: o mercado segue preocupado com as implicações da segunda onda do COVID-19 nos EUA, Alemanha e Reino Unido. Houve algum receio em relação ao COVID-19 na China mas, aparentemente, a situação foi controlada rapidamente.

Nos EUA, a situação é mais preocupante. Assim, de maneira semelhante ao que acontece no Brasil, há conflito ideológico em relação ao enfrentamento da pandemia. Além disso, por conta da reabertura da economia, os casos de infectados pelo coronavírus voltaram a aumentar.

Nicolas Nogueira

Nicolas se formou em Direito pela Universidade Federal do Paraná e é pós-graduado em Gestão de Negócios Internacionais. Atualmente, cursa Jornalismo na FAPCOM. Escreve sobre economia, política e história há alguns anos. Em 2017, após entrar em contato com a tecnologia blockchain, se entusiasmou com o seu potencial e passou a estudar as aplicações da tecnologia aos diversos setores da economia. Seu foco está em discutir as melhores maneiras de alavancar o desenvolvimento nacional através do uso do blockchain e das criptomoedas.

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