IBOV: entenda a queda da B3 Bovespa no fechamento da semana

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EM RESUMO
  • IBOV começou a semana bem, mas sofreu na sequência dos dias

  • Cenário exterior desfavorável contribuiu para a queda do índice

  • Veja o desempenho das principais ações que compõem o IBOV

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O IBOV iniciou a semana do dia 08 ao 12 de junho forte. Porém, diversos fatores externos culminaram na queda da B3 Bovespa. Preocupações com o COVID-19 tomaram os investidores de surpresa e acabaram com a farra das Bolsas Americanas. Entenda o que aconteceu.



A expectativa para o IBOV era positiva. No início da semana, muitos analistas acreditavam que o índice ia voltar a bater os 100.000 pontos.

Porém, não foi isso o que aconteceu. O cenário econômico no exterior se deteriorou, principalmente por conta do mercado de ações norte-americano.



Dessa maneira, o IBOV fecha a semana em queda, apesar da tendência positiva.

Assim, vale entender como se comportaram as principais ações que compõem o IBOV, bem como os motivos que fizeram a B3 Bovespa cair durante a semana.

B3 Bovespa fecha a semana em queda

O IBOV é o índice que mede o desempenho da B3 Bovespa. Desse modo, ele é composto pelas principais ações negociadas na principal Bolsa de Valores brasileira:

IBOV em 12/06: 92.795 pontos, -2,00%.

O IBOV começou a semana no dia 08, cotado a 94.637 pontos. Na sexta-feira anterior, o índice chegou a bater 97.198 pontos. Contudo, acabou recuando durante o dia, já afetado por preocupações internacionais.

Durante a semana, o IBOV se comportou de maneira instável, acompanhando os mercados internacionais. Nesse período, o índice girou sempre em torno dos 95.000 pontos.

Porém, no final da quarta-feira, 10 de junho, a B3 Bovespa passou a inverter a sua tendência positiva da semana anterior. As razões serão explicadas ao final do texto.

Assim, desde a quarta, o IBOV vem caindo. Hoje, no pregão da sexta-feira, 12 de junho, a queda da B3 Bovespa é considerável (-2,31%).

Desempenho das principais ações

Confira o desempenho das principais ações que compõem o IBOV:

  • Itaú – ITUB4: R$ 25,92 (-2,52%)
  • B3 Bovespa – B3SA3: R$ 49,79 (-1,87%)
  • Petrobrás – PETR4: R$ 20,54 (-4,02%)
  • Bradesco – BBDC4: R$ 21,63 (-1,14%)
  • Ambev – ABEV3: R$ 13,57 (-2,79%)
  • Banco do Brasil – BBAS3: R$ 33,35 (-2,51%)
  • Magazine Luiza – MGLU3: R$ 63,80 (-1,24%)

Destaques

  • Via Varejo – VVAR3: R$ 14,95 (-0,13%)
  • Azul – AZUL4: R$ 23,50 (-8,84%)
  • Cogna – COGN3: R$ 6,66 (-4,17%)
  • Gol – GOLL4: R$ 20,24 (-9,64%)

Razões para a queda do IBOV

O cenário político no Brasil foi estável durante a semana.

Dessa forma, o motivo para a queda da B3 Bovespa não reside aqui, mas sim no exterior. Isso porque as preocupações com a recuperação econômica e uma possível volta do COVID-19 nos EUA desanimaram os investidores.

Recuperação econômica lenta

No final da quarta-feira, 10 de junho, o presidente do Banco Central americano discursou. Assim, Jerome Powell, chairman do FED, afirmou que a recuperação da economia americana será lenta. Porém, as suas palavras tiveram uma conotação negativa no mercado, que estava excessivamente otimista nos EUA.

Retorno do COVID-19 nos EUA

Os EUA estão praticando a reabertura do comércio após terem controlado a pandemia do novo coronavírus.

Contudo, após a reabertura, os casos de infectados pelo vírus voltaram a aumentar no país. Isso jogou um banho de água fria nos investidores e afetou os ânimos ao redor do mundo.

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Nicolas se formou em Direito pela Universidade Federal do Paraná e é pós-graduado em Gestão de Negócios Internacionais. Atualmente, cursa Jornalismo na FAPCOM. Escreve sobre economia, política e história há alguns anos. Em 2017, após entrar em contato com a tecnologia blockchain, se entusiasmou com o seu potencial e passou a estudar as aplicações da tecnologia aos diversos setores da economia. Seu foco está em discutir as melhores maneiras de alavancar o desenvolvimento nacional através do uso do blockchain e das criptomoedas.

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