IBOV fecha acima dos 101 mil pontos, dólar vai a R$ 5,62 e Bitcoin fica perto de US$ 13.000

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EM RESUMO
  • Ibovespa tem leve recuo, mas acumula altas seguidas e vai a 101 mil pontos

  • Dólar tem recuo modesto, mas se destaca pelo fechamento novamente acima de R$ 5,60

  • Enquanto isso, Bitcoin vive melhor semana do ano e atinge máxima de 2020

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O Ibovespa encerrou a semana em alta em dia marcado por expectativas para o balanço de bancos. Enquanto isso, o Bitcoin se mantém na máxima de 2020 após ter atingido US$ 13.000. Já o dólar volta a se valorizar frente ao real.



A semana fecha com ares de otimismo na comparação com o período anterior. Apesar de já vir subindo, o IBOV ainda não tinha conseguido voltar aos 100 pontos. Já o Bitcoin deixar o caso OKex para trás com adesão do PayPal e nova máxima de 2020. O único dos ativos que decepciona é o Real, cuja cotação em dólar se mantém alta outra vez, acima dos R$ 5,60.



Veja, nas linhas a seguir, como foram os resultados de IBOV, câmbio e Bitcoin na penúltima semana do mês de outubro.

Ibovespa fecha 3ª semana de alta, acima dos 101 mil pontos

O fechamento em baixa nesta sexta-feira (23) não abalou os ganhos semanais do Ibovespa. O índice da bolsa brasileira encerra a terceira semana seguida de alta. O movimento se dá, no âmbito doméstico, pela expectativa de melhoria de resultado dos bancos. Entre agentes do mercado, o sentimento é de que o pior da crise no setor já passou.

Há grande expectativa para os balanços que devem ser divulgados nos próximos dias. Entre os operadores, a projeção é de que as instituições mostrem menos provisões. Esse é tido como um indicador de que o setor prevê menos calotes entre clientes, sinalizando melhora econômica.

No exterior, a bolsa dos EUA se movimenta positivamente à espera do anúncio de um novo pacote de estímulos.

Ibovespa tem leve queda na sexta, mas acumula altas seguidas

O cenário fez o IBOV subir em quase todos os pregões da semana. Após fechar a última sexta-feira (16) na casa dos 98 mil pontos, o índice atingiu os 100.000 pontos já na terça-feira (20) e seguiu subindo até 101.918 pontos na quinta-feira (22). A semana fechou com leve recuo de 0,61% para 101.294 pontos, mas os ganhos são de 3% na semana.

Dólar fecha em R$ 5,62

O dólar encerrou a semana em alta de 0,24%, mas fecha o último dia em alta de 0,6% para R$ 5,62. A moeda americana vinha em baixa, apoiada por relações comerciais entre Brasil e EUA e com projeções positivas de bancos como o Morgan Stanley, além de um eventual sucesso com uma vacina.

No entanto, o dólar abriu a sexta-feira em alta com o mercado digerindo o último debate presidencial nos EUA. Além disso, o mercados segue de olho nas finanças públicas e no aumento da inflação. Como consequência, os bons resultados do IBOV não refletiram na cotação do dólar, reforçando a ideia de preponderância de investidores locais.

Dólar vai a R$ 5,62 no fim da semana

Bitcoin na máxima do ano

O Bitcoin teve a melhor semana do ano e atingiu a máxima de 2020, chegando a passar de US$ 13.000. A criptomoeda atingiu a máxima histórica em reais ainda na quarta-feira (21), pouco antes do anúncio de que o PayPal passaria a aceitar BTC.

 

Apesar de deixar muitos países de fora, como o Brasil, a novidade gerou um rali que fez seu criador avançar 21 posições entre os mais ricos do mundo em dois dias. A criptomoeda vem se mantendo logo abaixo dos US$ 13.000, entre US$ 12.800 e US$ 12.900, segundo dados do Coingecko.

Bitcoin se mantém perto de US$ 13.000 ao fim da semana

Por outro lado, no Brasil, o recorde de R$ 70.000 ficou rapidamente para trás à medida em que o Bitcoin subia. O movimento se intensificou também assim que o dólar voltou a avançar. Às 17h30 desta sexta-feira, a moeda era negociada nas exchanges, por, em média, R$ 72.778, segundo o Cointrader Monitor.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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