Imóvel de suposta pirâmide de criptomoedas e esmeraldas é penhorado pela Justiça do DF

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EM RESUMO
  • Justiça penhora imóvel de G44 Brasil

  • Empresa é suspeita de pirâmide

  • G44 Brasil responde a pouco mais de 100 processos na Justiça do DF

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A Justiça do Distrito Federal (DF) determinou a penhora de um apartamento da G44 Brasil. A empresa, sediada na capital federal, é suspeita de prática de pirâmide financeira. A informação é do jornal Metrópoles.



De acordo com a reportagem, o imóvel está localizado em Águas Claras, região administrativa do DF. Segundo o advogado Felipe Bayna, que cuida do caso, o arresto da residência foi uma vitória.

“Isso porque nesse tipo de demanda (suspeita de prática de pirâmide financeira), a maior dificuldade dos consumidores que sofreram o dano é encontrar bens das empresas passíveis de penhora”, disse ao jornal.

Empresa responde a pouco mais de 100 processos na Justiça

Além do processo que determinou a penhora do apartamento, a G44 Brasil responde a outras 134 ações.



Em uma delas, conforme o BeInCrypto publicou no mês passado, um juiz determinou o arresto de um terreno e de uma mansão da empresa.

O terreno, segundo a decisão, está localizado no município de Campos Verdes, em Goiás. Nele, conforme o processo, há uma jazida de esmeraldas.

Histórico da G44 Brasil

A G44 Brasil foi fundada em 2017 pelo empresário Saleem Ahmed Zaheer. A empresa, com sede no DF, oferece rendimentos diários de 0,55% aos investidores.

A empresa afirma conseguir pagar os lucros por causa de supostos investimentos feitos em criptomoedas e em pedras preciosas.

Desde o final do ano passado, no entanto, a G44 Brasil deixou de liberar saques para clientes.  Por causa disso, centenas de investidores moveram processos. A estimativa é que a dívida chegue a R$ 30 milhões.

Vale lembrar ainda que, além das ações individuais, a companhia também é alvo da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A autarquia abriu processo administrativo para investigar a empresa.

Em junho deste ano, o regulador multou a companhia e os donos em R$ 750 mil.

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Jornalista desde 2010. Já colaborei para diversos veículos, como Gazeta do Povo, Agência Estadual de Notícias (AEN) e Paraná Portal. Escrevo regularmente para o UOL e para outros portais especializados em criptoeconomia. Tive meu primeiro contato com o mercado de criptomoedas em meados de 2019, quando comecei a cobrir casos de golpes financeiros. No BeInCrypto, produzo e edito textos.

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