Itaú busca criptomoedas para pagar dívida de 787.000 reais do Diário de S.Paulo

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EM RESUMO
  • Banco busca por Bitcoin e outras criptomoedas para pagar dívida

  • Diário de S.Paulo faliu em 2018 e existe apenas em versão digital

  • Juiz mandou oficiar Mercado Bitcoin, FoxBit e BitcoinTrade

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Uma decisão da Justiça de São Paulo publicada nesta quarta-feira (2) ordena a busca de criptomoedas em quatro exchanges. A ação é movida pelo Itaú para pagar uma dívida de mais de R$ 787 mil do jornal Diário de S.Paulo.



O Diário de S. Paulo é um jornal que teve sua versão impressa fechada em 2018 por uma decisão judicial após declaração de falência. Na época, os sócios disseram que o pedido se devia uma confusão societária, patrimonial e gerencial. Ao que parece, ao menos um dos sócios mantém ativos em criptomoedas.

A queda ocorreu pouco depois que os sócios tentaram comprar os jornais O Dia e Meia Hora, do Rio de Janeiro. Em 2019, a massa falida do Diário foi adquirida por apenas R$ 30 mil pelo empresário Kleber Moreira. Moreira havia concorrido e perdido, em 2018, a eleição para Deputado Estadual pelo PEN (hoje, Patriota).



Atualmente, o Diário de S. Paulo funciona somente em versão digital. O expediente de colunistas tem nomes como Ana Maria Braga, o ex-jogador de futebol Neto. Além disso, escreve no jornal o político Fernando Holiday, vereador por São Paulo, que saiu do DEM e se filiou ao mesmo partido do dono do Diário.

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Criptomoedas para pagar dívida de R$ 787 mil

O banco Itaú ajuizou ação para pagar uma dívida no valor R$ 787.334,26. A Justiça de São Paulo atendeu o pedido de bloqueio de criptomoedas no nome de Mario Florêncio Cuesta. Ele figurava como um dos donos do Diário de S.Paulo até a compra por Moreira.

O magistrado ordenou que as exchanges Mercado Bitcoin, FoxBit e BitcoinTrade, além da já desativada Xdex, informem se Cuesta tem criptomoedas custodiadas. Além disso, o juiz Carlos Eduardo D’Elia Salvatori mandou oficiar o banco digital Nubank.

Os mais de R$ 787 mil são o teto de bloqueio caso o réu, de fato, tenha saldos nessas instituições. No entanto, ao final do processo, é possível que o montante seja acrescido de juros e correção. O valor, afinal, foi apontado pelo Itaú em 2017.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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