JBS é vítima de ransomware e paga resgate de US$ 11 milhões em BTC

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EM RESUMO
  • O CEO da JBS nos Estados Unidos, Andre Nogueira, revelou que a empresa realizou um pagamento de US$ 11 milhões em Bitcoin para o grupo de hackers.

  • Segundo ele, decisão foi tomada evitando o vazamento de dados e pensando no bem-estar de seus clientes.

  • Ataques ramsomware envolvendo pagamentos em criptomoedas têm crescido no Brasil e no mundo.

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O Grupo JBS desembolsou US$ 11 milhões em Bitcoin (BTC) para recuperar dados após um ataque de ransomware em fábricas nos Estados Unidos.

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De acordo com o CEO da JBS nos EUA, Andre Nogueira, a empresa realizou o pagamento para o grupo de hackers que conseguiu sequestrar dados da companhia e interromper as atividades de algumas de suas fábricas na semana passada.

Em entrevista ao Wall Street Journal, Nogueira destacou que a decisão foi tomada após a JBS ter consultado diversos especialistas em segurança digital. Segundo ele, o principal motivo seria evitar o vazamento de dados e proteger as relações com os clientes da companhia:

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“Foi muito doloroso pagar os criminosos, mas fizemos a coisa certa pelos nossos clientes”.

Os ataques hackers contra a JBS começaram no dia 30 de maio, quando alguns funcionários do setor de tecnologia da empresa observaram irregularidades em seus servidores. Unidades da companhia nos Estados Unidos, Canadá e Austrália foram afetadas, tendo que ser fechadas de forma temporária.

Uma mensagem exibida para os profissionais da empresa informava que dados da JBS tinham sido sequestrados. Os criminosos exigiam um pagamento como resgate para que a companhia tivesse todas as suas informações recuperadas. Ataques de ransomware como esse vêm se tornando cada vez mais comuns.

Somente na quinta-feira (3) a empresa conseguiu o retorno total de todas as suas operações. No entanto, a JBS decidiu atender ao pedido exigido pelos sequestradores.

Cresce o número de ataques ransomware envolvendo criptomoedas

Ataques hackers como o visto recentemente com a JBS tem se intensificado cada vez mais por grupos cibercriminosos. Recentemente, a Colonial Pipeline, maior oleoduto de combustível dos EUA, também foi vítima desse modelo de operação.

A companhia teve que pagar US$ 5 milhões ao grupo DarkSide para conseguir recuperar os seus dados. No entanto, o FBI conseguiu acesso à carteira digital dos criminosos, que possuía quase metade do valor pago pelo resgate, também feito em Bitcoin.

No Brasil, o grupo Moura também revelou ter sido outra vítima do mesmo grupo de hackers, tendo seus dados sequestrados por um ransomware. Entretanto, a empresa não mencionou nenhum pagamento em criptomoedas realizado ao DarkSide para se livrar do ataque.

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Anderson atua como redator para o BeInCrypto, escrevendo sobre as principais notícias sobre o criptomercado e economia em geral. Antes de entrar para a equipe brasileira do site, ele participou de projetos relacionados a trading, produção de notícias e conteúdos educacionais relacionados a criptomoedas. Formando em Administração, está cursando pós graduação em Investimentos e Blockchain pela EA Banking School.

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