• Advogado foi morto em 2019 por conta de dívida de R$ 2,5 milhões
  • Dono de empresa de criptomoedas teria intermediado pagamento de assassinos
  • Homem foi preso em 2019 e ex-cliente tenta reaver Bitcoin

A Justiça de São Paulo mandou oficiar exchanges em busca de Bitcoin no nome de um homem envolvido em assassinato. Ele é acusado de intermediar a contratação de dupla que executou um advogado a sangue frio.

Em decisão publicada nesta quinta-feira (17), a juíza Fernanda Rossanez Vaz da Silva, da 1ª Vara Cível do Foro Regional I de Santana, em São Paulo, ordena a busca de criptomoedas em nome de Edgar Acioli Amador.

Amador chegou a ser preso pelo envolvimento no assassinato do advogado Francisco de Assis Henrique. Ele foi morto a tiros em junho de 2019 em um posto de gasolina na Washington Luís, em São Paulo.

O crime foi flagrado por câmeras de segurança do estabelecimento. Segundo a Polícia Civil de São Paulo, a execução foi motivada por uma dívida de R$ 2,5 milhões dos mandantes com a vítima.

Edgar Acioli Amador teria intermediado o pagamento de R$ 500 mil dos mandantes aos assassinos de aluguel. Além disso, Amador é sócio da empresa Valour Investe, acusada de fraude com criptomoedas.

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Ex-cliente busca reaver R$ 55 mil investidos em Bitcoin

A decisão leva em conta um pedido de tutela por um ex-cliente da Valour Investe. Ele diz ter investido R$ 55.907,19 para a compra de Bitcoins, mas nunca recebeu as criptomoedas.

A juíza acatou o pedido e mandou citar as exchanges nacionais Mercado Bitcoin e Braziliex e Matrice Capital. Além disso, ordena a busca por Bitcoin nas corretoras internacionais Huobi, Binance, BTC Korea, , Bitfinex (BFXWW) e Bittrex.

Por ora, entretanto, ainda não se sabe se o bloqueio será bem sucedido.

Paulo Alves Jornalista

Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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