Mastercard anuncia pagamentos instantâneos para sobreviver ao Pix no Brasil

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EM RESUMO
  • Mastercard anunciou parceria com empresa de pagamentos instantâneos

  • Ideia é oferecer liquidações imediatas como no Pix

  • Sistema do Banco Central pode ameaçar bandeiras e máquinas de cartões

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A Mastercard anunciou nesta quarta-feira (30) um novo sistema de pagamentos instantâneos para rivalizar com o Pix. A novidade é lançada em parceria com a empresa de software ACI Worldwide, especializada na modalidade.



Segundo nota no Valor, a ACI irá oferecer à Mastercard uma infraestrutura de processamento de pagamentos instantâneos capaz de liquidar a transação imediatamente.

A solução se parece com o próprio Pix, que é operado pelo Banco Central.



O real-time payment já é realidade em 40 países. Acreditamos no potencial de crescimento de todo o mercado. Assim, em vez de oferecermos nosso serviço individualmente para cada interessado, agora, com a Mastercard, podemos disponibilizar uma solução completa. Nós temos a conexão com os bancos e a Mastercard, a infraestrutura.

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Pix impõe nova concorrência a cartões

A nova parceria quer aproveitar a procura por pagamentos instantâneos que deverá vir na esteira do Pix. Mas, além disso, visa dar aos cartões uma alternativa para não perderem relevância se o Pix de fato se tornar muito popular.

Com custo zero para consumidores e muito mais barato para lojistas, o Pix poderá desencorajar o uso de cartão de débito no Brasil. Isso porque, apesar de ser de graça para clientes finais, as transações no débito geram uma taxa para o estabelecimento.

O valor é uma combinação entre cobranças do processador de pagamentos, do banco e da bandeira do cartão, além da provedora da maquininha. Já no Pix, o Banco Central substitui o processador e a bandeira. Além disso, o BC cobra muito pouco do banco e a máquina de cartão é dispensável.

Mastercard e ACI não chegaram a oferecer detalhes da parceria. Não se sabe, portanto, se a rede de pagamentos instantâneos terá alguma vantagem frente ao Pix, como custo mais baixo.

Além da Mastercard, a empresa visa oferecer seu serviço para outros bancos centrais pelo mundo que queiram adotar liquidação imediata, mas não desejam criar a infraestrutura do zero como ocorre no Brasil.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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