Microsoft alerta para novo vírus que invade carteiras de criptomoedas

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EM RESUMO
  • Novo vírus invade celular e pode roubar criptomoedas da carteira

  • Ameaça tem origem em malware conhecido, mas pouco se sabe sobre os ataques

  • Especialistas recomendam cuidado redobrado ao clicar em anexos e links

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A Microsoft emitiu um alerta sobre um novo vírus à solta que coloca em risco usuários de criptomoedas. Segundo a empresa, o malware Anubis pode invadir carteiras de criptomoeda e coletar diversos tipos de informações, incluindo dados de cartão de crédito.



A descoberta foi anunciada na última sexta-feira (27). De acordo com o time de segurança da informação da Microsoft, o vírus chegou a ser comercializado na dark web. No entanto, agora já está em circulação e oferece grande ameaça.

Ele teria sido originado de um fork do malware Loki, conhecido desde 2016. O código malicioso também já foi usado em forma de ransomware, já que pode roubar dados para alimentar esquema de extorsão.



O vírus atinge apenas celulares Android. Por enquanto, não há indícios de que hackers tenham adaptado o ataque para outros sistemas, como o Windows. Desse modo, apenas quem tem carteira de criptomoeda no smartphone Android corre perigo.

Por outro lado, ainda não se sabe quais países são os mais visados no momento. O Brasil, vale lembrar, é historicamente alvo de ataques de phishing que servem como canal para vírus do tipo.

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Como se proteger do vírus de criptomoedas

Como o Anubis é muito novo, pouco se sabe sobre o modo de distribuição do ataque. Segundo a Microsoft, o malware costuma ser espalhado em sites duvidosos. Ao clicar em botões com código malicioso escondido, a página força o download da ameaça para o aparelho da vítima.

Já o Loki, vírus de onde o novo código se originou, tem histórico de distribuição por e-mail. A recomendação de especialistas, portanto, é evitar abrir mensagens de remetentes desconhecidos. A cautela deve ser redobrada com anexos, principalmente se houver arquivos com a extensão .”iso”.

É preciso também ter cuidado ao clicar em links. Na dúvida sobre a procedência de uma mensagem, é possível passar uma URL por antivírus online, como o Virus Total.

Além disso, é importante usar sempre autenticação em dois fatores em aplicativos de criptomoedas. As principais carteiras e apps de exchanges oferecem compatibilidade com a função.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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